Consulta do Banco Central a dinheiro esquecido volta amanhã
Foto: Leonardo Sá/Agência Senado/Arquiv |
Ou seja, nessa primeira consulta o sistema informará uma nova data para o cidadão retornar ao site, conhecer os valores e solicitar a transferência. Se perder a data definida para o resgate, será preciso voltar ao site em outro dia para o sistema fazer um novo agendamento. Os bancos terão até 12 dias úteis para depositar o dinheiro na conta bancária, contados a partir do dia em que o pedido de transferência for feito. Portanto, quem solicitar a transferência no dia 7 deve receber o dinheiro em sua conta até 22 de março.
A nova página substitui a consulta pelo site principal do Banco Central, que apresentou instabilidade e saiu do ar em 25 de janeiro em razão da explosão de acessos ocasionada pela divulgação dos valores a serem pagos. Quase 28 milhões de pessoas físicas e jurídicas têm dinheiro para resgatar nessa primeira etapa de devolução de valores.
O SVR deve devolver até R$ 8 bilhões para pessoas e empresas que encerraram contas-correntes ou poupanças com saldo disponível, desde 2001. O valor também inclui tarifas e parcelas de operações de crédito cobradas indevidamente, cotas de capital e rateio de sobras líquidas de cooperativas de crédito e recursos não procurados de grupos de consórcio que foram encerrados.
Antes da suspensão, 79 mil cidadãos e empresas conseguiram consultar o SVR por meio do site do BC e 8.500 solicitações de devolução foram formalizadas, o que representa cerca de R$ 900 mil já recuperados.
Segundo o Banco Central, somente no caso de pedir o resgate sem indicar uma chave Pix (ou se já acessou o sistema nos dias 24 e 25 de janeiro) a instituição financeira que o cidadão escolheu entrará em contato para realizar a transferência. Mesmo assim, a instituição não pode pedir que o cidadão informe seus dados pessoais nem a senha.
PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA EXIGIRÁ LOGIN NÍVEL PRATA OU OURO NO PORTAL GOV.BR
Para solicitar a transferência do dinheiro, o sistema exigirá que o interessado possua login na plataforma gov.br com nível de segurança prata ou ouro. O governo disponibiliza três níveis diferentes de segurança: bronze, prata ou ouro. Todos dão acesso aos serviços digitais do governo, mas os dois últimos permitem utilizar serviços públicos que exigem maior grau de segurança.
O nível prata requer que o usuário tenha validado seus dados via internet banking de um banco credenciado ou tenha cadastro de biometria facial para conferência de foto nas bases da CNH (Carteira de Nacional de Habilitação). Há ainda a opção de ter este nível de segurança se o usuário for servidor público federal e possuir acesso ao sistema do governo federal Sigepe (Sistema de Gestão de Pessoas).
O nível ouro, por sua vez, exige que o usuário tenha feito validação facial pelo aplicativo gov.br para conferência da foto nas bases da Justiça Eleitoral ou tenha optado pela validação de seus dados com certificado digital compatível com ICP-Brasil, que funciona como um documento de identidade virtual e permite assinatura digital de documentos.
Suzana Petropouleas / Folhapress Foto: Leonardo Sá/Agência Senado/Arquiv
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