Esposa de policial morto, juíza Tula Mello estava em carro blindado e sobreviveu a ataque no Rio

João Pedro Marquini, agente de elite da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), foi baleado e morreu na hora. Tula Mello, do Tribunal do Júri, vinha em outro veículo e nada sofreu.
A esposa de João Pedro Marquini, policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) morto a tiros na Grota Funda na noite deste domingo (30), estava em um carro particular blindado à frente ao do marido quando os bandidos atacaram.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/video/policial-da-core-elite-da-policia-civil-do-rio-e-baleado-e-morto-13471803.ghtml
A viúva, a juíza Tula Mello, do Tribunal do Júri, e o motorista que a conduzia nada sofreram, mas o veículo onde estavam foi atingido por disparos.

Inicialmente, acreditou-se que Tula vinha em um carro oficial, mas o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro esclareceu que o automóvel era da magistrada.

O crime

Marquini e Tula estavam em carros separados e seguiam pela Estrada de Guaratiba. Na altura do Túnel da Grota Funda, criminosos com fuzis e pistolas atacaram.

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga algumas hipóteses. Entre elas:

A de que ladrões tentaram roubar o carro de Tula, e Marquini, que vinha atrás, sozinho, deixou a direção e reagiu a tiros, acabando baleado e morto;
E a de que o casal cruzou um “bonde” — nome dado no Rio a comboio de bandidos.

Os assassinos teriam fugido em direção à Comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena. Ainda de madrugada, a polícia fez um cerco para tentar capturá-los, mas, até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.
Por Adriana CruzGabriela MoreiraLeslie Leitão, g1 Rio e TV Globo


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