Criminoso que atirou contra soldado foi preso no dia 3 de abril de 2026 e liberado 48h depois
Dois integrantes de facção que atiraram e vitimaram de forma fatal, na noite desta quarta-feira (15), o soldado Samuel Novais da Silva possuíam passagens pela Polícia. Um deles chegou a ser preso no dia 3 de abril deste ano e foi liberado 48h depois (dia 5 de abril) por ordem judicial, através de alvará de soltura.
A dupla ficou ferida depois de novo confronto com unidades da Polícia Militar e foi socorrida para o Hospital Geral do Estado (HGE).
Somando as fichas criminais, os integrantes de facção acumulavam seis passagens pelos crimes de roubo, furto, receptação e lesão corporal entre os anos de 2024, 2025 e 2026.
O patrulhamento segue reforçado na região por tempo indeterminado. Informações que auxiliem as Forças Policiais podem ser encaminhadas, com total sigilo, através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP). O anonimato é garantido por lei e a ligação é gratuita.
Fonte
Alberto Maraux
PM localiza mais um integrante de facção envolvido em confronto que vitimou soldado
Com trio alcançado após reforço do patrulhamento, equipes apreenderam submetralhadora, pistola, revólver, carregadores, munições e drogas.
Com mais um integrante de facção localizado na região do Engenho Velho de Brotas, na noite desta quarta-feira (15), sobe para três o número de criminosos alcançados após reforço do patrulhamento na região.
O trio participou de um confronto com equipes da 26ª CIPM, atingindo de forma fatal o soldado Samuel Novais da Silva.
Com os traficantes foram apreendidos uma submetralhadora, uma pistola, um revólver, carregadores, munições e drogas.
Informações que auxiliem as Forças Policiais podem ser encaminhadas, com total sigilo, através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP). O anonimato é garantido e a ligação é gratuita.
Fonte: Alberto Maraux
STF quer impor regras mais rígidas sobre quebras de sigilo e provas em CPIs após embate com relator
Plenário do STF
Após a crise desencadeada pelo relatório da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) querem impor ao Congresso Nacional regras mais rigorosas sobre quebras de sigilo e custódia das provas em investigações parlamentares.
As diretrizes incluiriam delimitar um intervalo temporal para quebras de sigilo (por exemplo, proibir que CPIs acessem dados de cinco ou dez anos para trás), confiar o acesso a essas informações apenas à cúpula das comissões (presidente e relator) e vetar que pessoas alheias ao objeto da comissão sejam convocadas a depor.
A avaliação é a de que o pedido de indiciamento de magistrados pela CPI do Crime Organizado, rejeitado na terça-feira (14), expôs o desvio de finalidade e o uso eleitoreiro da comissão, pois o escopo inicial era o avanço das facções e das milícias no Brasil, o que ficou relegado a segundo plano. Com o movimento de parlamentares de oposição para criar a CPI do Banco Master, ministros avaliam que é hora de estabelecer diretrizes e prevenir excessos.
O debate deve ser feito pelo plenário do STF em uma ação que discute a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), pela CPI mista do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Embora a comissão já tenha encerrado os trabalhos, esse julgamento ainda está pendente e pode ser usado para fixar uma tese geral.
A data do julgamento ainda será definida pelo presidente da corte, Edson Fachin. Ele tem sinalizado que essa é uma discussão relevante e que levá-la ao plenário poderia ser um aceno para aplacar seu desgaste junto ao grupo dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Em nota na terça-feira, Fachin afirmou que "repudia de forma enfática" a menção aos três colegas no relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e disse que CPIs devem atuar de forma "circunscrita à pertinência temática que deu ensejo à sua criação". Para o presidente da corte, "desvios de finalidade dessas comissões enfraquecem os pilares democráticos".
Ao longo do dia, outros dois ministros manifestaram preocupação com os desvios temáticos das CPIs: Flávio Dino e André Mendonça. Junto ao presidente do STF e aos três mencionados no relatório, o cálculo feito nos bastidores da corte é de que haveria maioria para estipular o novo conjunto de normas.
A avaliação feita por esse grupo de ministros é a de que, se na era pré-smartphone a quebra de sigilo telefônico abrangia tão somente ligações feitas e recebidas, hoje a mesma medida pode levar uma CPI a acessar um sem fim de dados privados, como fotos, vídeos e geolocalização, além de informações financeiras e estritamente pessoais.
O caso do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é citado com frequência por Gilmar como um exemplo de má conduta dos parlamentares. Provenientes do celular do ex-banqueiro, conversas de cunho sexual com a então namorada foram expostas indevidamente, já que não tinham correlação com as fraudes financeiras sob investigação.
Os magistrados entendem que a lei que disciplina a atuação de CPIs, que é de 1952, e a que regra as interceptações telefônicas, assinada em 1996, já estão obsoletas e precisam ser atualizadas à luz das novas tecnologias. Um ministro disse à Folha, sob reserva, que o lado bom da crise é a oportunidade de promover uma nova regulação.
Permitir, por exemplo, que apenas o presidente e o relator de uma CPI possam acessar materiais derivados de quebras de sigilo, atuando como curadores dessas informações, seria uma forma de evitar vazamentos ilegais e facilitar a responsabilização desses parlamentares em caso de eventual excesso.
Gilmar preparou uma representação junto à PGR (Procuradoria-Geral da República) para que Vieira seja investigado por abuso de autoridade. "Esse desvio de finalidade suscita preocupação. E esse desvio de finalidade não é algo inocente. É crime", afirmou o decano na sessão da Segunda Turma.
Ministros do STF têm proferido decisões para barrar atos de CPIs considerados indevidos, como quebras de sigilo sem pertinência temática ou aprovadas em bloco, sem justificativa individualizada. Investigados convocados como testemunhas também costumam ser dispensados de comparecer, devido ao direito à não autoincriminação.
Os parlamentares reclamam do STF e alegam que as decisões da corte acabam esvaziando as prerrogativas das comissões. O presidente da CPI mista do INSS, Carlos Viana, afirmou que os entendimentos recentes dos ministros podem invalidar "inúmeras decisões tomadas por CPIs ao longo da história", o que geraria insegurança institucional.
Viana respondeu às críticas dos magistrados pelo relatório da CPI do Crime Organizado e disse que essas manifestações representam ameaças e tentativas de constrangimento. "As pessoas que estão sentadas na Suprema Corte não são donas do país. [...] Eu não me curvo à ameaça", disse o relator da comissão.
Por Luísa Martins/Folhapress
Mais um avanço importante para o desenvolvimento de Ipiaú.
A Prefeitura convida toda a população para a inauguração das novas ruas no bairro Aloísio Conrado, um investimento que garante mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores.
Com serviços de pavimentação em paralelepípedo, drenagem e obras de contenção, a gestão municipal segue trabalhando com responsabilidade e compromisso para transformar a realidade da nossa cidade.
17 de abril,16h
Prefeitura de Ipiaú
Avança Ipiaú, Juntos por uma cidade modelo!
https://www.instagram.com/p/DXMDzhVjfWJ/?igsh=NnAwenFzdm0wem05
Lula diz a sindicatos para cobrarem Gilmar Mendes por fim da pejotização
Fala ocorreu durante encontro entre o presidente e centrais sindicais, que ocorre anualmente
O presidente Lula (PT) sugeriu para que as centrais sindicais digam ao ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que a chamada pejotização do trabalho não ajuda o país. Gilmar é relator da tese que trata sobre o regime de contratação e costuma decidir de modo favorável à manutenção do formato.
"As centrais sindicais têm que marcar uma reunião com o ministro Gilmar da Suprema Corte para dizer para ele que a pejotização não ajuda, não apenas o trabalhador, mas não ajuda o país, não ajuda o fundo de garantia, não ajuda a previdência social, não ajuda a política de habitação e saneamento", disse durante encontro com os grupos no Planalto.
"Então, a quem interessa a pejotização?", questionou. No encontro, que ocorre todos os anos, os grupos apresentaram uma lista de reivindicações trabalhistas — desta vez, foram 68 demandas levadas ao presidente.
A declaração ocorre pouco depois de Lula ter feito cobranças públicas a ministros do Supremo, ao comentar a ligação de integrantes da Corte no caso Master e afirmar que "ministro não pode querer ser milionário".
Entre elas, está o combate à pejotização, regulação do trabalho por aplicativo, bem como a redução da jornada 6x1. Aos representantes, Lula também aproveitou para comentar o fim da obrigatoriedade do imposto sindical.
"Tem muita gente que pensa que o movimento sindical morreu e, por isso, acabaram com o imposto sindical", disse. A contribuição anual se tornou opcional desde a reforma trabalhista de 2017, sob a gestão de Michel Temer.
"Porque eles fizeram com vocês o que nós queremos fazer com o crime organizado: se nós quisermos acabar com o crime organizado, nós temos que asfixiar a economia deles. Porrque enquanto eles tiverem o dinheiro que tem a gente não acaba. e eles trataram o movimento sindical assim, vamos asfixiá-lo, deixá-lo sem dinheiro."
Por Mariana Brasil, Folhapress
Resistência a coordenação de Rui por grupo de Wagner é mais um desafio para Jerônimo, por Raul Monteiro*
Jerônimo Rodrigues
Com as pesquisas sobre as intenções de voto ao governo da Bahia divulgadas até agora, com raras exceções, sob a histórica suspeita de que são mais suscetíveis a ingerências e outras intromissões, portanto, inconfiáveis, resta a espera pelas sondagens nacionais a respeito do cenário local para que se possa colher as primeiras impressões mais acuradas envolvendo as preferências do eleitorado baiano. Consolidada a tradição segundo a qual o candidato presidencial puxa o estadual na Bahia, em tese, as notícias neste campo seriam melhores para o postulante das oposições, ACM Neto (União Brasil), do que para o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
De fato, o presidente não pode dizer ainda que a sorte está sorrindo para ele como já aconteceu no passado, quando pode se eleger e reeleger, fazer o mesmo com a sucessora, de memória horripilante, e ainda voltar de forma triunfal para derrotar Jair Bolsonaro (PL), hoje em prisão domiciliar. Lula vai para as eleições de agora ameaçado por uma má avaliação do seu governo, dificuldades na economia, um processo de desgaste natural decorrente dos anos em que o PT está no comando do país e a consolidação na oposição do candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, cujas pesquisas já chegaram a colocar até à frente do presidente.
Levantamento da Genial/Quaest, um dos mais bem afamados institutos do país da atualidade, divulgado ontem, por exemplo, mostra que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do presidente em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. No levantamento, Flávio registra 42% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 40%, cenário considerado de empate técnico dentro da margem de erro. Nos cenários testados contra outros possíveis candidatos, Lula aparece à frente. Em uma disputa direta com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, o presidente teria 43% das intenções de voto, contra 35% do adversário.
Já em um eventual segundo turno contra Romeu Zema, Lula marca 43%, enquanto o governador mineiro soma 36%. Não são números que animem qualquer gestor, por mais que ele detenha o chamado 'poder da máquina'. Pelo contrário, indica que talvez, dessa vez, Lula tenha que inverter a ordem e contar mais com o apoio de Jerônimo do que o governador contou com o dele ao se eleger, em 2022. O problema é saber se o PT local terá condição de fornecer o gás necessário à eleição do petista, já que, em certo sentido, Jerônimo enfrenta os mesmos problemas que o presidente, dos quais o mais vistoso é a fadiga de material por 20 anos de exercício ininterrupto do poder.
São problemas agravados pela imagem de imobilismo com que a oposição tenta carimbá-lo, para o que situações como a demora inexplicável para escolher e anunciar o candidato a vice na chapa majoritária contribuem imensamente. Agora, surge a notícia de que uma disputa com o grupo do senador Jaques Wagner, dominante no governo, estaria dificultando a escolha do ex-ministro Rui Costa (PT) para a coordenação da campanha do governador. Levando-se em conta o papel desempenhado pelo ex-ministro na eleição em que Jerônimo se elegeu e a ausência de alguém que possa substituí-lo à altura no governo, o cenário para o governador não é nada positivo.
* Artigo do Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.
Por Raul Monteiro*
Ex-presidente do BRB é preso em nova fase da Operação Compliance Zero
Paulo Henrique Costa
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, foi preso nesta quinta-feira (16) em Brasília durante uma nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. O executivo é investigado por supostamente descumprir práticas de governança e autorizar operações financeiras sem lastro envolvendo o Banco Master. A informação é do G1.
A ação cumpre sete mandados judiciais no Distrito Federal e no estado de São Paulo. Segundo as investigações, as irregularidades teriam ocorrido durante a gestão de Costa à frente do banco público.
Paulo Henrique Costa já havia sido afastado da presidência do BRB pela Justiça e demitido em novembro pelo então governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, após a primeira fase da operação. As investigações seguem em andamento para apurar responsabilidades e possíveis prejuízos financeiros.
PRF prende mulher com 328 ampolas de medicamento para emagrecimento na BR-381, em Betim (MG)
O automóvel, que realizava transporte por aplicativo, seguia de São Paulo (SP) para Belo Horizonte (MG)
Uma mulher de 21 anos foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na tarde desta terça-feira (14), após ser flagrada transportando medicamento proibido no Brasil, durante abordagem na BR-381, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A ação ocorreu no km 499 da rodovia, quando uma equipe da PRF abordou um veículo mediante indicativos de análise de risco. O automóvel, que realizava transporte por aplicativo, seguia de São Paulo (SP) com destino a Belo Horizonte (MG).
Durante a fiscalização, a passageira informou que viajava por motivos familiares. No entanto, ao vistoriarem sua bagagem, os policiais localizaram um compartimento oculto contendo 82 caixas do medicamento Tirzepatida T.G 15, totalizando 328 ampolas.
O produto, utilizado para emagrecimento, tem comercialização proibida no Brasil, o que configura irregularidade sanitária e possível crime.
Diante dos fatos, a mulher foi presa e, juntamente com o material apreendido, encaminhada à Polícia Judiciária em Betim para as providências cabíveis.
Categoria
Justiça e Segurança
PRF apreende 195 kg de pasta base de cocaína na BR-040, em Barbacena (MG)
Um homem de 31 anos, natural de Juiz de Fora, foi preso em flagrante
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite de terça-feira (14), 195 quilos de pasta base de cocaína durante fiscalização no km 717 da BR-040, em Barbacena (MG).
A droga foi localizada em um veículo de carga que seguia no sentido Belo Horizonte (MG) x Juiz de Fora (MG) e foi abordado na praça de pedágio de Correia de Almeida. Durante a inspeção, os policiais encontraram 185 tabletes do entorpecente escondidos em um compartimento especialmente preparado sob a carroceria.
O fundo falso só foi descoberto graças à expertise da equipe em técnicas avançadas de fiscalização veicular.
No veículo estava um homem de 31 anos, natural de Juiz de Fora (MG), que foi detido no local.
A quantidade de pasta base apreendida é avaliada em cerca de R$ 23,4 milhões.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia em Barbacena (MG), onde serão adotadas as medidas legais cabíveis.
Categoria
Justiça e Segurança
PRF apreende eletrônicos e cigarros em Sidrolândia (MS)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de eletrônicos e cigarros, nesta quarta-feira (15), em Sidrolândia (MS).
Durante fiscalizações na BR-060, os policiais deram ordem de parada a um Renault/Logan, porém o condutor não obedeceu e iniciou fuga. Foi realizado o acompanhamento tático, entrando no perímetro urbano no município, até que o motorista em fuga perdeu o controle da direção e colidiu com o muro de uma residência. Ninguém ficou ferido.
O motorista foi preso e encontrado no interior do veículo 110 celulares, 24 notebook, 10 tabletes e 3.000 maços de cigarros. O homem foi preso e encaminhado à Polícia Federal em Campo Grande.
Categoria
Justiça e Segurança
PRF aborda servidores municipais transportando mercadoria estrangeira sem documentação fiscal em caminhonete de prefeitura
Na manhã de quarta-feira (15), por volta das 11h, durante operação de combate ao crime na BR-381, em Carmo da Cachoeira (MG), uma equipe policial abordou uma caminhonete vinculada à Prefeitura de Buritizeiro (MG) que estaria sendo utilizada de forma irregular para fins particulares. Os 4 ocupantes do veículo foram detidos.
Durante a fiscalização, foram encontrados diversos volumes na caçamba do veículo contendo mercadorias de origem estrangeira — como maquiagens, ferramentas e eletrônicos — sem documentação fiscal válida.
As apurações iniciais apontam que o veículo público, abastecido com recursos do erário e conduzido por servidor municipal em horário de serviço, foi utilizado para deslocamento até São Paulo (SP) com o objetivo exclusivo de adquirir produtos destinados ao abastecimento de uma loja privada em Pirapora (MG).
Além do motorista, também estavam no veículo outros ocupantes, incluindo servidores públicos municipais, evidenciando o emprego direto de mão de obra custeada pelo poder público em benefício de atividade comercial particular.
Segundo relatos colhidos no local, a ação teria sido realizada a pedido de um ex-prefeito do município, o que reforça os indícios de desvio de finalidade no uso da estrutura administrativa.
Diante dos fatos, a ocorrência evidencia, em tese, o uso indevido de bens públicos, recursos financeiros e servidores para atender interesses privados, podendo configurar crimes como peculato, prevaricação e associação criminosa.
Os 4 envolvidos ( 2 homens, 70 e 44 anos, e 2 mulheres, 43 e 36 anos), o veículo e as mercadorias foram encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária em Varginha (MG). Após contato com a Receita Federal, foi determinado o encaminhamento dos itens apreendidos ao órgão para as medidas legais cabíveis.
Categoria
Justiça e Segurança
Ministros Nunes Marques e André Mendonça são eleitos presidente e vice do TSE
![]() |
| Ministro Nunes Marques é eleito presidente do TSE. Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE |
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu, nesta terça-feira (14), o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte. Ao lado do ministro André Mendonça, eleito vice-presidente do Tribunal, ele comandará o Tribunal durante as Eleições Gerais de 2026. A data da sessão solene de posse será divulgada posteriormente.
A eleição ocorreu no plenário do TSE, na urna eletrônica, entre os membros do Tribunal. Antes do início da votação, um servidor designado como mesário imprimiu a zerésima, comprovando que não havia nenhum voto na urna. Em seguida, os sete ministros escolheram entre os números 10, para Nunes Marques, e 20, para André Mendonça.
Encerrada a votação, a ministra Estela Aranha, escrutinadora, leu o boletim de urna e anunciou o resultado: 6 votos a 1 para o ministro Nunes Marques.Veja mais fotos da eleição no Flickr.
Continuidade do trabalho
Após a eleição dos sucessores, a ministra Cármen Lúcia, atual presidente da Corte, ressaltou a experiência dos magistrados e a responsabilidade inerente aos cargos, especialmente diante das eleições gerais que se aproximam. Ela destacou a trajetória dos ministros e a confiança na continuidade do trabalho da Justiça Eleitoral.
![]() |
| Ministra Cármen Lúcia parabenizou os sucessores pela eleição. Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE |
“Os ministros vêm desenvolvendo as suas condições de juízo com grande seriedade e responsabilidade, fazendo com que todos nós tenhamos, na cidadania brasileira, a tranquilidade de saber que a Justiça Eleitoral continuará a prestar o seu serviço e a desempenhar as suas atividades com o mesmo compromisso e a mesma responsabilidade que historicamente vem desempenhando”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.
Ao agradecer a confiança dos colegas, o ministro Nunes Marques destacou a relevância da função. “É uma das maiores honras da minha vida poder ser eleito para presidir o Tribunal Superior Eleitoral”, ressaltou.
Ao se dirigir ao novo presidente, o ministro André Mendonça destacou o compromisso de colaboração na gestão. “Eu, como vice-presidente, enquanto aqui estiver, tenha a certeza, estarei lhe auxiliando com todas as minhas forças para que Vossa Excelência tenha uma gestão exitosa e para que o TSE e a democracia brasileira tenham, neste ano, uma festa muito bonita de eleições, com o trabalho de todo o TSE, dos seus ministros e dos seus servidores”, concluiu.
Nunes Marques
Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques é Pós-Doutorado em Direitos Humanos – Dos direitos Sociais e dos direitos Difusos pela Universidade de Salamanca, Espanha, e em Direito Constitucional pela Universidade de Messina, Itália. Doutor em Administração Hacienda y Justicia pela Universidade de Salamanca, Espanha, e mestre em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa, Portugal, é pós-graduado em Ciências Jurídicas pela Universidade Maranhense e graduado em Direito pela Universidade Federal do Piauí.
Atuou como advogado nas áreas cível, trabalhista e tributária por 17 anos, entre 1995 e 2011. Foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí de 2008 a 2011 e desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de 2011 a 2018, onde exerceu a Vice-Presidência, entre 2018 e 2020. Tornou-se ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020 e ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral em 2023, tendo assumido a Vice-Presidência da Corte em 7 de maio de 2024. Nunes Marques comandará o TSE durante as Eleições Gerais de 2026.
André Mendonça
Natural de Santos (SP), André Luiz de Almeida Mendonça é mestre e doutor em Direito (Cum Laude), com menção de Doutorado Internacional pela Universidade de Salamanca, na Espanha, onde atua como professor do Programa de Doutorado em Estado de Derecho y Gobernanza Global. Foi pesquisador e professor visitante da Universidade de Stetson, nos Estados Unidos, e leciona na graduação em Direito da Faculdade Presbiteriana Mackenzie de Brasília, bem como em programas de pós-graduação no Brasil. Tem especialização em Direito Público pela Universidade de Brasília (UnB) e fez graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (ITE) em Bauru (SP).
Foi diretor do Departamento de Patrimônio e Probidade da Advocacia-Geral da União (AGU). Nesse período, recebeu o Prêmio Innovare, na categoria especial, com o tema “combate ao crime organizado”. Também foi corregedor-geral da AGU, assessor especial na Controladoria-Geral da União (CGU) e advogado-geral da União por duas vezes. Foi ainda ministro da Justiça e Segurança Pública. Tornou-se ministro do STF em 2021 e ministro efetivo do TSE em 2024.
Composição
O TSE é composto de, no mínimo, sete ministros: três são originários do STF, dois são do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois são representantes da classe dos juristas – advogados com notável saber jurídico e idoneidade – indicados pelo presidente da República. Cada ministro é eleito para um biênio, sendo proibida a recondução após dois biênios consecutivos. Atualmente, a Corte Eleitoral é presidida pela ministra Cármen Lúcia.
Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que entrada de Caiado na eleição leva disputa ao 2º turno
Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República
| Foto: Zeca Ribeiro/Câmara Dos Deputados/Arquivo |
Aliados do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) avaliam que a entrada de Ronaldo Caiado (PSD) na corrida pelo Palácio do Planalto garantirá um segundo turno na eleição. Essa perspectiva, dizem pessoas próximas do senador fluminense, é positiva para a campanha de oposição.
A avaliação do entorno de Flávio é que a chamada terceira via, uma opção entre o bolsonarismo e o petismo, está fadada à derrota num ambiente polarizado. Ao mesmo tempo, a candidatura de Caiado poderá atrair uma parcela do eleitorado que não se sente confortável em votar no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou no presidente Lula (PT).
Dessa forma, caso seja confirmado na disputa, Caiado impedirá que Flávio ou Lula ultrapassem os 50% de votos válidos na primeira etapa da disputa. Sem um nome na terceira via, os insatisfeitos poderiam votar em branco ou anular o voto, o que facilitaria uma vitória em primeiro turno.
A campanha de Flávio afirma que forçar um segundo turno é um bom cenário, pois, com mais tempo de campanha, o senador poderia atrair mais votos dos insatisfeitos com o governo.
Outro fator positivo destacado pela campanha de Flávio é que Caiado tem um perfil mais combativo que os governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Eles eram vistos no PSD como opções de presidenciáveis de direita, porém mais moderados que o goiano.
Com isso, a avaliação é que Caiado pode funcionar como uma espécie de linha auxiliar do bolsonarismo. No cenário esperado por aliados do PL, o goiano faria um embate mais pesado contra Lula, inclusive nos debates, enquanto o senador tentaria passar uma imagem de mais moderado, visando a atrair eleitores de centro.
A expectativa do governo Lula é justamente a contrária. Petistas esperam que Caiado, caso deseje sair da disputa presidencial com mais capital político, parta para cima do eleitorado que hoje está consolidado em Flávio Bolsonaro. Nessa ótica, eles disputam o mesmo eleitorado e, por isso, entrarão em rota de colisão.
Ao anunciar sua pré-candidatura na última segunda-feira, o governador fez um gesto ao eleitorado bolsonarista e disse que anistiaria o ex-presidente. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após ser condenado, pelo STF (Supremo Tribunal Federal), por tentativa de golpe de Estado, sob acusação de liderar uma trama para permanecer no poder.
"Meu primeiro ato vai ser exatamente anistia ampla, geral e irrestrita, replicando aquilo que Juscelino Kubitschek soube fazer com muita maestria a todos aqueles que se rebelaram realmente em uma verdadeira tentativa de golpe pela Aeronáutica", disse.
O governador evitou atacar Flávio, mas destacou que o adversário jamais ocupou um cargo no Executivo. "Não se pode aprender na cadeira", afirmou o ex-governador de Goiás.
DATAFOLHA
Pesquisa Datafolha divulgada na semana passada mostra que, no primeiro turno, Lula lidera as intenções de voto, com 39%, seguido de Flávio, com 35% —o que desenha uma tendência de empate técnico no limite da margem de erro, o que favorece estatisticamente quem está na frente.
Caiado aparece com 5%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Aldo Rebelo (DC) e Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1%. Declaram votar em branco ou nulo 10%, e 4% dizem não saber quem escolher.
Dizem não votar de forma alguma no atual presidente 48%, enquanto 46% rejeitam o filho de Bolsonaro liminarmente.
Já Caiado tem rejeição de 17%. Ele ainda é desconhecido por 54% dos eleitores.
Por Carolina Linhares/Augusto Tenório/Folhapress
Polícia Civil planeja ações de resposta ao homicídio de investigador no bairro de Tancredo Neves
O Delegado-Geral Adjunto de Operações (DGAO) reuniu-se com diretores de departamentos para intensificar as investigações e as ações em campo.
Estratégias investigativas e de inteligência policial, voltadas à identificação e prisão dos envolvidos no homicídio do investigador Adailton Oliveira Rocha, de 55 anos, atingido por disparo de arma de fogo no bairro de Tancredo Neves, na manhã desta quarta-feira (15), foram alinhadas em reunião realizada no Complexo Policial de Itapuã. O Delegado-Geral Adjunto de Operações (DGAO), Jorge Figueiredo, e diretores dos departamentos operacionais da Polícia Civil discutiram os próximos passos das ações.
As primeiras apurações já apontam indícios de autoria do homicídio do investigador, que estava lotado na 11ª Delegacia Territorial (DT/Tancredo Neves). Conforme as investigações iniciais, Adailton Oliveira estava com uma equipe da unidade apurando a denúncia de reativação de um ponto de tráfico de entorpecentes, desativado pela equipe da delegacia em dezembro de 2025.
As investigações são conduzidas pela 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central) e contam com o apoio dos Departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Inteligência Policial (DIP) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).
Recursos tecnológicos também estão sendo empregados nas investigações. A população pode colaborar com informações, que serão mantidas em sigilo, por meio do telefone 181 do Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA).
Fonte: Ascom-PCBA
Morre investigador atingido na cabeça durante troca de tiros em Tancredo Neves
O investigador da Polícia Civil atingido com um disparo de arma de fogo na cabeça morreu após tentativa de reanimação no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Ele foi baleado durante troca de tiros com criminosos no bairro de Tancredo Neves, em Salvador, durante a manhã desta quarta-feira (15).
Segundo informações do Alô Juca, o investigador chegou a ser resgatado por uma viatura da Polícia Civil e socorrido pelo HGRS. Contudo, apesar dos esforços, o investigador, identificado como Adailton Oliveira Rocha, não respondeu às tentativas de reanimação após 40 minutos.
Guarnições da Rondesp Central, da 23ª Companhia Independente e equipes da Polícia Civil estão no local para tentar localizar os responsáveis pelos responsáveis.
Dois suspeitos foram identificados como autores dos disparos. A Polícia Civil continua as investigações para localizar mais envolvidos no caso.
Adailton era agente lotado na 11ª Delegacia da Polícia Civil e completaria 56 anos no mês de maio.
Líder do MDB vai propor código de conduta para os três Poderes após embate entre CPI e STF
Senador Eduardo Braga (MDB-AM) precisa do apoio de 27 colegas para protocolar proposta.
O senador Eduardo Braga (AM), líder do MDB
Depois de a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado rejeitar o relatório que propunha o indiciamento de três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o senador Eduardo Braga (AM), líder do MDB, afirmou que vai apresentar uma PEC (proposta de emenda Constitucional) para criar um código de conduta para todos os agentes públicos.
Para ser protocolada, a PEC necessita do apoio de 27 senadores. Até agora, a ideia ainda não teve a adesão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e do presidente Lula (PT).
Segundo Braga, a proposta vai valer desde vereadores ao presidente da República, incluindo os ministros do Supremo. A última pesquisa Datafolha, divulgada nesta semana, mostra que75% dos brasileiros dizem que os ministros da corte têm poder demais e 71% consideram que o tribunal é essencial na proteção da democracia.
A CPI rejeitou, nesta terça-feira (14), por 6 votos a 4, o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O relatório de Alessandro Vieira (MDB-SE) havia proposto a responsabilização dos magistrados com base no caso do Banco Master, mas o texto acabou derrotado após uma articulação que envolveu o STF, o governo Lula e Alcolumbre.
Enquanto líder do MDB, Braga determinou a troca na composição da CPI, assegurando maioria contra o relatório. Nas vagas do bloco do qual o MDB faz parte, saíram os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) e entraram os governistas Teresa Leitão (PT-PE) e Beto Faro (PT-PA).
A sugestão de Braga é de instituir um código rigoroso em todos os níveis do serviço público. "Precisamos restabelecer a credibilidade dos poderes instituídos na República", afirmou durante sessão da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, nesta quarta (15).
A CCJ aprovou a indicação de sete nomes para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e para o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). Durante a sabatina das autoridades, Braga cobrou que essas entidades façam o controle das carreiras e afirmou que elas são coniventes com o pagamento de penduricalhos.
"Para se fazer respeitar é preciso que haja autocontrole. O autocontrole, no caso da magistratura e do Ministério Público, passa pelo CNJ e pelo CNMP. Eles têm de deixar de ser trampolim para networking e se transformar em um trampolim no resgate da autoridade das instituições", disse o senador.
Ao assumir a presidência do STF, o ministro Edson Fachin tem defendido a criação de um código de ética para a corte, envolvida na crise do Banco Master, mas outros ministros se opõem a essa iniciativa.
No último dia 31, Fachin disse que a relatora do código de conduta, ministra Cármen Lúcia, está trabalhando no anteprojeto que será levado adiante ao plenário para apreciação. Ele reconheceu que há resistência interna ao projeto, mas minimizou os impactos das críticas.
Segundo o ministro, os críticos se dividem em dois grupos no STF —há os que consideram as diretrizes adequadas, mas não neste momento, e há quem seja contrário a pontos concretos da iniciativa, como a divulgação das palestras realizadas.
Por Carolina Linhares/Folhapress
Audiência está prevista para o próximo dia 28; ministro do STF determinou ainda que Defensoria Pública da União faça defesa de Eduardo Tagliaferro
Eduardo Tagliaferro e Alexandre de Moraes
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes marcou para o fim de abril o interrogatório de Eduardo Tagliaferro, que foi assessor do magistrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no processo em que o ex-funcionário é réu por vazamento de mensagens do gabinete.
Moraes também determinou que a DPU (Defensoria Pública da União) faça a defesa de Tagliaferro, após entender que os advogados do ex-assessor não regularizaram a representação do cliente na corte.
O despacho foi assinado na segunda-feira (13) e publicado no sistema do Supremo nesta quarta (15).
Tagliaferro se tornou réu por decisão unânime da Primeira Turma do STF em novembro do ano passado e passou a responder pelos crimes de violação do sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação e tentativa de abolição do Estado democrático de Direito.
Ele é acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de vazar mensagens para obstruir investigações sobre a trama golpista. As conversas mostram que o ministro usou o TSE fora do rito para produção de relatórios e abertura de investigações contra bolsonaristas.
O depoimento do ex-assesor será realizado em 28 de abril, às 14h. Na ocasião, também devem ser ouvidas cinco testemunhas apresentadas pela PGR: Aldo Galiano Júnior, Luciana Raffaelli Santini, Silvio Jose da Silva Júnior, Vander Luciano de Almeida e Jose Luiz Antunes.
Eduardo Tagliaferro mora atualmente na Itália. Ele não é obrigado a participar do interrogatório ou a responder as perguntas durante a oitiva.
A etapa é considerada um instrumento da defesa, mas o resultado dela pode ser usado pela acusação para reunir provas. Em caso de ausência, o réu não é punido, e o processo segue seu curso normal.
Segundo Alexandre de Moraes, os advogados Filipe Oliveira e Paulo Cesar de Faria faltaram a uma audiência do processo realizada em 17 de março.
Com isso, a defensoria participou da reunião, mas afirmou ter sido acionada com um prazo inferior ao estabelecido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e defendeu que a nomeação do órgão só deveria ocorrer depois que o ex-assessor do TSE fosse intimado a constituir novos advogados.
O ministro atendeu ao pedido da DPU. Ele anulou a audiência de março e deu mais dez dias para que Tagliaferro regularizasse sua defesa no processo –o que, segundo o ministro, não foi feito.
Por Isadora Albernaz/Folhapress
PRF impede bitrem com quase 100 toneladas de acessar região de serra no Paraná
Excesso de peso e placas irregulares para fugir das fiscalizações foram algumas das irregularidades verificadas; carreta foi recolhida ao pátio.
Na tarde de segunda (13), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) recolheu ao pátio um bitrem com 94,3 toneladas na BR-376 e diversas irregularidades, na BR-376 em Tijucas do Sul (PR)
Durante fiscalização, policiais rodoviários federais abordaram um motorista que conduzia uma carreta bi-trem carregada com soja, que havia saído de Jataí (GO) e tinha como destino o porto de Itajaí (SC). Durante a fiscalização os policiais verificaram que a placa dianteira foi produzida artesanalmente, de PVC, diferente da regulamentação, que prevê alumínio, entre outras características, além da última placa traseira, posicionada no útimo sermirreboque, instalada atrás de um sistema de iluminação irregular, vulgarmente chamado de "foguinho", que já havia sido autuada em fevereiro de 2025. Tais adaptações nas placas indicam claramente a intenção do motorista em burlar a fiscalização eletrônica das rodovias.
Como a autorização para circular com dimensões excedentes estava vencida, o excesso de peso verificado pela nota fiscal foi de 37,3 toneladas. Ele estava carregado com 67,4 toneladas de soja e pretendia acessar uma região de serra na BR-376, com curvas acentuadas e geografia íngreme
Além disso, o tacógrafo estava sem aferição. Com isso, não foi possível aferir o tempo regulamentar de descanso do motorista gerando autuações pelo equipamento inoperante e a não comprovação do descanso. Também, foi autuado pela placa dianteira fora do padrão, licenciamento atrasado (licenciado em 2024), placa traseira sem legibilidade e em desacordo, sistema de iluminação alterado ("foguinho"), faixas refletivas em desacordo com a legislação, peso excedendo a capacidade máxima de tração, além do excesso de peso verificado de 37,3 toneladas de soja.
O conjunto todo foi recolhido ao pátio e só poderá ser liberado após sua regularização, tanto na questão documental, como a realização do transbordo da carga excedente.
Caixa e BB liberam abono salarial para nascidos em março e abril
"O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024"
Os trabalhadores nascidos em março e em abril que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta quarta-feira (15) o abono salarial. Neste terceiro lote, serão liberados R$ 5,4 bilhões para cerca de 4,2 milhões de beneficiários.
O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024.
O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.
Do total de contemplados em fevereiro:
3.826.355 são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando cerca de R$ 4,8 bilhões;
446.626 são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, com total de cerca de R$ 600 milhões.
Tem direito ao benefício o trabalhador que:
Está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;
Trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;
Recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;
Teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.
Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado.
Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
PIS
A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:
Crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;
Depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.
Quem não tem conta pode sacar:
Com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;
Nas agências, com documento oficial com foto;
Sem cartão, por meio de biometria cadastrada.
Pasep
O Banco do Brasil faz o pagamento por:
Crédito em conta bancária;
Transferência via TED ou Pix;
Saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.
Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:
Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;
Portal Gov.br;
Telefone 158 (Ministério do Trabalho);
Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;
Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.
A expectativa é que, este ano, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.
Por Wellton Máximo/Agência Brasil
Moraes abre ação contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por supostamente ter caluniado o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
O caso remonta a uma publicação feita por Flávio na rede social X no dia 3 de janeiro, em que atribui a Lula a prática de diversos crimes. “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, diz o post.
A publicação trazia ainda imagem da prisão do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, ao lado da reprodução de uma reportagem com a imagem de Lula, com a manchete “Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro”.
A abertura do inquérito havia sido pedida pela Polícia Federal (PF), com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em parecer, o órgão afirmou que a medida “está amparada em uma publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de usuários, em que se atribui falsamente, de maneira pública e vexatória, fatos delituosos ao Presidente da República”.
Agora, a PF terá um prazo inicial de 60 dias para concluir as investigações. Moraes determinou ainda o levantamento do sigilo do processo, “uma vez que não se encontram presentes os elementos excepcionais que permitem o afastamento da ampla publicidade”, escreveu o ministro na curta decisão de três páginas.
A abertura do inquérito contra Flávio Bolsonaro ocorre num momento de definição das candidaturas à Presidência para a eleição de outubro. O senador foi escolhido pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, como representante da família na corrida presidencial.
Por Felipe Pontes/Agência Brasil
Vacinação contra a gripe influenza prossegue até o dia 30 de maio
Prossegue até o dia 31 do próximo mês de maio a campanha de vacinação contra a gripe influenza em Ipiaú. A ação busca imunizar o maior número de pessoas e reduzir complicações, internações e mortes provocadas pela doença.
Com esse objetivo a Prefeitura Municipal , tem reforçado as ações e convocado a população no sentido de comparecer às unidades de saúde do município para receber o imunizante que é de fundamental importância preventiva neste período de maior circulação de vírus respiratórios.
A campanha teve início no dia 23 de março e cerca de 2.000 pessoas de um publico alvo de 11.337 haviam buscado a imunização. Isto representa um percentual superior a 19,23% da cobertura vacinal desejada.
A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários. Para crianças de 6 meses a 6 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, o Ministério da Saúde disponibiliza vacinas atualizadas, reforçando a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.
Dados preliminares do Ministério da Saúde, relativos a este ano de 2026, apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.
Vacinar é, com certeza, o melhor remédio. (José Américo Castro/Decom-PMI).
Assinar:
Comentários (Atom)
Destaques
Pague Leves: Ofertas Arrasadoras/Ipiaú e Ibirataia
SOLIDY Beneficios-Ipiaú
Info Training-Cursos Profissionalizantes
Mercadinho Deus te Ama
Promoção na Visite Viana Artes
Av. Getúlio Vargas, 90
Vende-se contato: (73) 99833-2176
Lojão da Construção: Ofertas Imperdíveis
RC Crédito
Ótica São Lucas
Pires Publicidade.
Copy Center
Postagens mais visitadas
- Homem morre após confronto com a RONDESP em Dário Meira
- Itagibá: Polícia cumpre mandados de busca e apreensão contra investigados por tráfico de drogas
- Canetas de emagrecimento ilegais e iPhones são apreendidos pela PRF em ônibus na BR-116 em Jequié (BA)
- ‘Rui Costa trocou um supermercado que ajudava o povo pobre por um cartão que superendividou o servidor’, diz deputado


.jpg)


.jpg)















.jpeg)