Ipiaú: Apreensão de arma de fogo, munições e entorpecentes após confronto

A Polícia Militar da Bahia informa que, na tarde desta segunda-feira (27), guarnição do PETO da 55ª CIPM, durante diligências na zona rural de Ipiaú, localizou um veículo com ocupantes suspeitos de portar armas de fogo.

Ao ser dada voz de abordagem, os ocupantes desembarcaram e efetuaram disparos contra a guarnição, que reagiu à injusta agressão. Após o confronto, um homem foi localizado ferido, sendo imediatamente socorrido ao Hospital Geral de Ipiaú, onde teve o óbito constatado.

Na ação, foram apreendidos arma de fogo, munições, substâncias análogas a entorpecentes, balanças de precisão e um veículo utilizado pelos envolvidos.

Ipiaú/BA

Fonte: ASCOM/55ªCIPM./PMBA, uma Força a serviço do cidadão!

Ataque em cartório eleitoral de Camaçari termina com morte de agressor e deixa vigilante ferido /Por Política Livre

Uma situação de violência dentro de uma unidade da Justiça Eleitoral mobilizou forças de segurança e autoridades nesta segunda-feira (27), no município de Camaçari. O caso ocorreu nas dependências do Fórum Eleitoral que abriga os cartórios das 170ª e 171ª Zonas Eleitorais e terminou com a morte de um homem após confronto com um agente de segurança.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, o episódio teve início após um cidadão realizar atendimento no local. Em seguida, ele teria atacado um vigilante com uma arma branca. Diante do risco iminente à própria vida e à segurança de servidores e eleitores presentes, o agente reagiu efetuando disparos de arma de fogo, atingindo o agressor, que morreu ainda no local.

O vigilante ferido foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e, segundo o tribunal, não corre risco de morte. A ocorrência também mobilizou a Polícia Militar da Bahia, responsável pelo isolamento da área e pelos primeiros procedimentos.

Como o fato ocorreu dentro de uma unidade da Justiça Eleitoral, a Polícia Federal do Brasil foi acionada e ficará responsável pela perícia e pela condução das investigações.

Em nota, o TRE-BA lamentou o ocorrido e informou que está prestando assistência ao agente de segurança, além de acompanhar o caso junto às autoridades competentes. O órgão também reforçou o compromisso com a integridade de servidores e da população que utiliza os serviços eleitorais.

Diante do episódio, o tribunal anunciou que irá intensificar as medidas de segurança nos cartórios eleitorais e centrais de atendimento em todo o estado. Apesar da ocorrência, o atendimento no cartório de Camaçari foi mantido até as 14h desta segunda-feira.

Por fim, o TRE-BA orientou que eleitores priorizem o atendimento remoto por meio do site oficial da Justiça Eleitoral, especialmente neste período de grande demanda devido ao fechamento do cadastro eleitoral.

Governo estuda usar o dinheiro esquecido em contas bancárias para pagar o Desenrola 2.0

                             Ministério da Fazenda levou proposta ao Palácio do Planalto
Programa ajudará brasileiros endividados
O governo estuda usar o dinheiro esquecido pelas pessoas em contas bancárias para capitalizar o FGO (Fundo de Garantia de Operações), que vai garantir a renegociação dos débitos inadimplentes no âmbito do programa Desenrola 2.0.

A ideia do programa, elaborado para ajudar brasileiros endividados, é que os bancos deem um desconto de até 80% nas dívidas. Se a pessoa não honrar o acordo, o governo paga no lugar dela, com recursos do FGO.

A meta é engordar o fundo com cerca de R$ 10 bilhões para fazer frente aos compromissos.

O uso, pelo governo, de dinheiro esquecido e não reclamado pelos correntistas já havia sido previsto na lei 14.973, aprovada em setembro de 2024.

Ela dava 30 dias para que as pessoas consultassem seus cadastros, verificassem a existência do depósito em nome delas e pedissem a liberação dos recursos.

Caso ninguém aparecesse para reclamar, os saldos remanescentes junto às instituições bancárias passariam ao domínio da União e seriam apropriados pelo Tesouro Nacional.

Essa receita serviria para compor o superávit primário do governo.

Os recursos acabaram não sendo utilizados, já que o BC (Banco Central) foi contra a proposta de computá-lo no resultado primário das contas do governo.

De acordo com regras internacionais, apenas o valor obtido com esforço fiscal do Estado poderia ser computado nas contas.

Como o FGO que será usado nas garantias do Desenrola 2.0 é um fundo privado, o governo pensa em lançar um novo edital para que os correntistas tenham, novamente, a chance de consultar se têm ou não dinheiro esquecido em contas bancárias.

A ideia, que nasceu no Ministério da Fazenda, foi debatida por todo o fim de semana no Palácio do Planalto. Assessores de Lula manifestaram o temor de que a medida possa ser judicializada ou mal compreendida por setores da opinião pública.

Lula deve bater o martelo sobre o Decola 2.0 ainda nesta semana, pois pretende lançar o programa antes do feriado de 1º de Maio, quando se comemora o Dia do Trabalhador.
Por Mônica Bergamo/Folhapress

Ipiaú: A praça Rui Barbosa voltará a ser palco do festival

                                Ipiaú será a capital do chocolate no próximo mês de maio
A cidade de Ipiaú, no Médio Rio das Contas, será palco de um dos maiores eventos do segmento cacaueiro e do chocolate de origem do Brasil: o 8º Festival Nacional do Agrochocolate do Médio Rio das Contas, que acontecerá de 21 a 24 de maio de 2026, na Praça Ruy Barbosa.

Na ocasião esta cidade ganhará a condição de capital do chocolate neste território de identidade da Bahia.

O Festival se consolida como um importante espaço de valorização da cadeia produtiva do cacau e chocolate, reunindo produtores, empreendedores, investidores, chefs, especialistas e o público em geral em uma programação diversificada que inclui exposições, degustações, rodadas de negócios, oficinas, palestras, atrações culturais e experiências gastronômicas.

A iniciativa é da APROC – Associação dos Produtores de Cacau e Chocolate de Origem do Médio Rio das Contas, em parceria com a Prefeitura Municipal de Ipiaú e o CODETER – Território de Identidade Médio Rio das Contas, com produção-executiva da Horizon Consultoria e Participações.

O evento conta com o apoio do SEBRAE e patrocínio do Governo do Estado da Bahia, por meio da CAR – Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, da SDR – Secretaria de Desenvolvimento Rural e da SETUR – Secretaria de Turismo da Bahia.

Mais do que um festival, o 8º Agrochocolate se posiciona como uma vitrine nacional para o chocolate de origem da Bahia, destacando qualidade, sustentabilidade, inovação e o potencial econômico da região.

Além de fomentar o turismo e aquecer a economia local, o evento foirtalece a identidade cultural e produtiva do território do Médio Rio das Contas, consolidando Ipiaú como referência nacional no setor.

PROGRAMAÇÃO

Da programação do evento constam:  Exposição e comercialização de chocolates finos de origem e derivados do cacau; Seminário com palestras técnicas e painéis temáticos; Feira da agricultura familiar, economia criativa e cooperativismo; Arena gastronômica regional; Cozinha oficina de chocolate para crianças ( APROC CHOCOLATE KIDS); Aula show com Chefs de cozinha; Consultoria e rodadas de negócios empresarial; Shows Musicais; Atividades Culturais, sociais e esportivas;• Dia de Campo.

A expectativa é de um público expressivo ao longo dos quatro dias, com a presença de visitantes de diversas regiões da Bahia e de outros estados, gerando impacto positivo direto na economia local, especialmente nos setores de comércio, hotelaria, alimentação e serviços.

OBJETIVO

O festival objetiva incentivar a produção e comercialização do chocolate de origem; Estimular o empreendedorismo rural e urbano; Promover a agricultura familiar e os pequenos produtores; Atrair investidores e fomentar parcerias comerciais; Valorizar a cultura regional e artistas locais; Impulsionar o turismo e o comércio municipal e consolidar Ipiaú como referência nacional no segmento do agrochocolate.

Ibirataia: Prefeitura atualiza pontos de Wi-Fi gratuito e amplia acesso à internet na cidade

Atualização traz nova identidade, senha unificada e mais praticidade para a população

A Prefeitura de Ibirataia iniciou a atualização dos pontos de Wi-Fi gratuito em alguns locais do município, promovendo melhorias na conectividade e na experiência dos usuários. A ação inclui a renovação visual dos pontos e a padronização do acesso, facilitando a identificação e o uso do serviço pela população. A iniciativa reforça o compromisso da gestão com a inclusão digital e o acesso à informação.
Com a mudança, os cidadãos já podem se conectar utilizando a nova senha unificada: NoCaminhoDoProgresso. A medida garante mais praticidade no acesso à internet em espaços públicos, beneficiando estudantes, trabalhadores e visitantes. Além disso, a Prefeitura informou que outros pontos espalhados pela cidade também passarão pelo processo de atualização nos próximos dias, ampliando a cobertura do serviço.

Ipiaú: Casal fica ferido após colisão de moto com cavalo na BR-330

Foto: Giro Ipiaú
Um casal que estava em uma motocicleta ficou ferido após colidir com um cavalo na tarde deste domingo (26), em um trecho da BR-330, nas proximidades da entrada do Hotel Fazenda, na saída de Ipiaú em direção a Barra do Rocha. As vítimas foram identificadas como Carioca e Célia, moradores do bairro ACM. De acordo com informações, o acidente ocorreu por volta das 17h.
Foto: Giro Ipiaú
A mulher apresentava suspeita de fratura na perna esquerda, enquanto o condutor da motocicleta sofreu escoriações e um corte em um dos pés. Ambos foram socorridos por uma equipe do Samu e encaminhados ao Hospital Geral de Ipiaú. O cavalo envolvido no acidente também ficou ferido, apresentando lesão em uma das patas dianteiras. Moradores e condutores que trafegam pela rodovia alertam que a presença de animais soltos nesse trecho é recorrente há anos, aumentando o risco de acidentes e colocando em perigo a vida de motoristas e passageiros.
Por: Giro Ipiaú

Governo Trump aprova pelotão de fuzilamento para pena de morte e a volta da injeção letal

Relatório do Departamento de Justiça expande métodos de aplicação da sentença e critica restrições da gestão Biden
O governo de Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (24) que permitirá pelotões de fuzilamento e voltará a adotar a injeção letal como parte de um esforço mais amplo para restabelecer a pena de morte nos Estados Unidos.

Em um relatório, Todd Blanche, o secretário de Justiça interino, afirmou que as decisões do ex-presidente democrata Joe Biden de recuar da pena de morte "causaram danos incalculáveis às vítimas de crimes e, em última instância, ao próprio Estado de Direito".

O Departamento de Justiça, disse ele, voltou a autorizou o uso de pentobarbital para executar presos do sistema federal e também permitirá métodos adicionais de execução, como o uso de pelotões de fuzilamento.

O relatório de 48 páginas acrescentou que o Escritório Federal de Prisões (BOP, na sigla em inglês) deveria seguir o exemplo de estados que expandiram seus protocolos de execução em meio a disputas sobre a legalidade e disponibilidade de drogas para injeção letal.

"Os métodos adicionais de execução que o BOP deveria considerar adotar incluem o pelotão de fuzilamento, a eletrocussão e o gás letal —todos considerados consistentes com a Oitava Emenda pela Suprema Corte", disse o relatório, referindo-se à parte da declaração de direitos que proíbe "punições cruéis e incomuns".

O senador democrata Dick Durbin, de Illinois, chamou as medidas de "uma mancha na história da nossa nação".

Durbin acusou o Departamento de Justiça de "voltar no tempo ao fortalecer a prática bárbara da pena de morte federal —uma forma de punição cruel, imoral e frequentemente discriminatória".

Trump havia sinalizado as medidas em seu primeiro dia no cargo, assinando um decreto para reinstituir a pena capital no sistema prisional federal. Durante o primeiro mandato de Trump, 13 pessoas foram executadas no corredor da morte nacional.

Em 2021, o então secretário de Justiça, Merrick Garland, emitiu uma moratória sobre execuções de presos federais e suspendeu o uso de um protocolo de uso de droga letal para o pentobarbital. Em seus últimos dias no cargo, Biden comutou as sentenças de morte de 37 dos 40 condenados no corredor da morte federal.

O governo Trump enfrenta um obstáculo significativo. Segundo a lei, o governo federal só pode realizar execuções em estados que permitem a pena capital e executá-las de acordo com os protocolos estaduais. Por anos, as execuções federais ocorreram em Indiana, que só permite a pena capital por injeção letal.

O Departamento de Justiça, reconhecendo essa limitação em seu relatório, recomenda que o governo federal encontre um novo local para realizar execuções, em um estado que permita outros métodos. O Mississippi, afirma o relatório, permite execuções por eletrocussão ou pelotão de fuzilamento se a injeção letal ou outros métodos não estiverem disponíveis.

O texto pediu que o Escritório de Prisões apresente um relatório "detalhando as opções para realocar ou expandir o corredor da morte federal, ou para construir uma segunda instalação de execução federal em um estado que permita métodos adicionais de execução".

O pelotão de fuzilamento raramente foi usado nos EUA, mas recentemente foi autorizado por vários estados como método alternativo caso caso as unidades federativas não consigam obter as substâncias usadas na injeção letal. Antes do ano passado, as únicas execuções por pelotão de fuzilamento no país em tempos modernos haviam sido realizadas por Utah, em 1977, 1996 e 2010, de acordo com o Centro de Informações sobre Pena de Morte, um grupo de pesquisa.

Mas em 2025, a Carolina do Sul, que havia autorizado o pelotão de fuzilamento em 2021, executou três prisioneiros usando esse método.

Em seu anúncio nesta sexta-feira, o governo Trump disse que estava trabalhando em uma regulamentação destinada a reduzir o processo de apelação federal para casos de pena de morte estaduais, embora, em última instância, os tribunais tenham a palavra final.

O departamento também afirmou que planejava emitir uma regulamentação que imporia novos limites à capacidade de presos condenados à morte de buscar clemência ou indultos do governo federal.

O relatório sugeriu, ainda, expandir os tipos de crimes e os tipos de criminosos elegíveis para a pena de morte federal a fim de "corrigir lacunas e deficiências" na lei atual. O Congresso teria que aprovar qualquer mudança desse tipo com nova proposta legislativa.

Segundo o relatório, o governo federal deveria considerar propor legislação que tornaria elegíveis para a pena de morte "assassinatos de policiais; assassinatos por estrangeiros ilegalmente nos EUA; e assassinatos constituídos ou cometidos na prática de crimes de ódio, perseguição, apoio material ou violência doméstica".

Robin Maher, diretora do Centro de Informações sobre Pena de Morte, disse que o relatório parecia mais focado em queixas contra o governo Biden do que em uma análise direta do protocolo de injeção letal.

"Pareceu-me bastante desonesto no que se refere a refletir a realidade dos problemas" com o uso de pentobarbital em execuções, disse Maher.

O pentobarbital foi usado pela primeira vez em uma execução em 2010, em Oklahoma, e logo se tornou um método comum para executar prisioneiros.

Assim como outras drogas usadas em injeções letais, ela enfrentou contestações na Justiça de prisioneiros e seus advogados, que disseram que ela causava sofrimento aos prisioneiros, mas os tribunais permitiram seu uso, e vários estados a usam como método principal para execução da pena. Ainda assim, alguns estados tiveram dificuldade em obter a droga devido à pressão de grupos médicos e de defesa sobre os fabricantes de medicamentos.

Em janeiro de 2025, o Departamento de Justiça sob Garland, pouco antes de Trump assumir para seu segundo mandato, emitiu um memorando dizendo que "ainda há uma incerteza significativa sobre se o uso de pentobarbital como injeção letal causa dor e sofrimento desnecessários".
Por Folhapress

Atirador enviou mensagens à família pouco antes do ataque, dizem investigadores /Por Estadão Conteúdo

Foto: Divulgação
O homem acusado de abrir fogo no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca - já identificado por autoridades de segurança como Cole Thomas Allen - enviou mensagens para membros da família minutos antes do ataque, ocorrido Washington Hilton, na noite deste sábado.
Nelas, referiu-se a si mesmo como um "Assassino do Governo", e criticou a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Com isso, autoridades locais acreditam cada vez mais na tese de que as motivações para os tiros tenham sido políticas.

As mensagens faziam referências repetidas ao republicano, sem nomeá-lo diretamente, e aludiam a queixas sobre uma série de ações de sua gestão e eventos recentes, incluindo ataques dos EUA a barcos que seriam usados no contrabando de drogas na região do Pacífico oriental, disseram fontes envolvidas nas investigações.

Além dos textos enviados aos familiares, estão sendo avaliadas postagens em redes sociais feitas antes pelo atirador, além de entrevistas com membros da família, na busca por evidências mais claras em torno das possíveis motivações do suspeito.

A irmã de Allen disse aos investigadores que seu irmão havia comprado legalmente várias armas em uma loja da Califórnia e as armazenado na casa dos pais em Torrance sem o conhecimento deles Ela o descreveu ainda como propenso a tomar atitudes radicais, disseram oficiais envolvidos no tema.

Disparada do ouro, Selic alta e endividamento recorde dão impulso a penhor de joias na Caixa

Desde a pandemia, a aposentada Clarice Almeida, 72, passou a enxergar sua coleção de joias de ouro de um jeito diferente.

Endividada com cartões de crédito, anéis, pulseiras e correntes viraram uma tábua de salvação. Mas, em vez de vendê-los, ela encontrou outra saída: penhorá-los na Caixa Econômica Federal, única instituição financeira do país autorizada a ofertar essa modalidade de crédito.

"Eu estava cheia de dívidas, não conseguia pagar minhas contas. Mas eu sempre tive bastante joia, e uma amiga minha penhora lá na Caixa aqui de Osasco [região metropolitana de São Paulo] e falou que era uma boa, que o juro era pouco. Penhorei e gostei também, o juro é bem mais baixo mesmo", disse ela em ligação por vídeo.

O penhor funciona como um empréstimo com garantia. O cliente leva à agência um bem de valor --joias, pratarias, relógios ou até canetas adornadas com metais preciosos-- e um especialista faz a avaliação. O crédito disponibilizado pela Caixa pode chegar a até 100% do valor da peça, e o dinheiro sai na hora.

Em troca, o cliente paga juros que rondam 2,19% ao mês, em contratos de até seis meses e passíveis de renovação. Os bens ficam guardados no cofre da Caixa até a quitação da dívida e, se o contrato não for pago integralmente ou renovado, vão a leilão.

No acumulado do último ano, o ouro avançou mais de 60% e, no processo, renovou recordes históricos em sequência. Em janeiro, chegou a ser cotado a US$ 5.600 por onça. "Em reais, o ouro à vista chegou à máxima de R$ 900 por grama", diz Mauriciano Cavalcante, especialista da Ourominas.

De lá para cá, afetada pelo conflito no Oriente Médio, a cotação caiu para US$ 4.712 por onça. "Mas a tendência ainda é de alta a curto prazo, podendo atingir novamente os patamares recordes anteriores", diz Cavalcante.

O metal precioso é visto como reserva de valor em momentos de instabilidade econômica e geopolítica. A ascensão começou ainda no fim de 2022, quando a Guerra da Ucrânia se intensificou e culminou no confisco das reservas internacionais da Rússia. No ano passado, porém, a política comercial errática do presidente Donald Trump fez o ouro mudar de status: de porto seguro para ativo indispensável nas carteiras.

O choque do tarifaço no sistema global de comércio foi tão grande que abalou a confiança no dólar e nos títulos americanos, considerados os mais seguros do mundo. O ouro, assim, galgou de US$ 3.343 por onça em 1º de abril, às vésperas do "Dia da Libertação", para o pico de US$ 5.600.

Com o metal mais valorizado, as joias valem mais --e a procura pelo penhor disparou junto. Segundo a Caixa, a carteira da modalidade encerrou 2025 com saldo de R$ 3,2 bilhões, crescimento de 31,24% em relação ao ano anterior. A instituição diz que a valorização do ouro é o principal motivo para o crescimento.

"Como o ouro subiu bastante, muitos clientes passaram a ter um patrimônio relevante parado nas gavetas de casa", diz Gustavo Trotta, sócio da Valor Investimentos. "Com isso, o penhor vira uma forma rápida de acessar crédito, usando um ativo valorizado sem precisar vender. A alta do ouro permite que o cliente pegue mais dinheiro com o mesmo bem como garantia, o que melhora a relação de custo-benefício da operação."

Há outro fator em jogo. O endividamento das famílias --principal motor para que Clarice penhorasse até a aliança de casamento-- atingiu o patamar de 80,4% da população, recorde na série histórica da pesquisa conduzida pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

A inadimplência também subiu, afetando 29,6% das famílias endividadas, impulsionada pela taxa Selic no maior patamar em quase duas décadas. Hoje em 14,75% ao ano, a Selic pauta as taxas de juros praticadas no mercado, do rotativo do cartão ao empréstimo pessoal, e é justamente aí que o penhor ganha espaço. "Ele tende a ser mais barato que as demais linhas tradicionais. O cliente busca o penhor como alternativa competitiva", diz Trotta.

Há ainda outro atrativo: ao contrário de um empréstimo convencional, o penhor não exige análise de crédito minuciosa. O bem dado como garantia já é suficiente. "Ele acaba sendo uma porta de entrada para pessoas com nome negativado ou dificuldade de aprovação em outras linhas", afirma o especialista.

Por esse mesmo motivo, porém, o penhor pode ser um indicativo silencioso de maior endividamento.

Como envolve uma garantia real, o empréstimo tem um peso menor no sistema financeiro, explica Trotta, já que não envolve uma análise de escore de crédito do cliente.

"Pode ser um sinal de que as famílias estão recorrendo a alternativas para gerar liquidez sem necessariamente entrar em linhas mais visíveis. Quando vemos o penhor crescendo junto com o endividamento recorde, isso reforça a ideia de que uma pressão financeira vem acontecendo fora do radar tradicional."

Comparativamente, o juro de 2,19% ao mês do penhor perde para as médias do consignado público e do vinculado ao INSS, de 2,11% e 1,76% ao mês, respectivamente, segundo dados do Banco Central. No caso do consignado privado, o piso começa em 1,63% pela securitizadora de crédito Cobuccio. A média, porém, é de 3,57% ao mês.

Para servidores públicos, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil, o consignado segue sendo uma das melhores opções disponíveis. "É uma linha bastante vantajosa, já que a parcela é descontada direto no contracheque e o risco de inadimplência é baixo."

A limitação, avalia ele, é a impossibilidade de "rolar" a dívida --isto é, renovar o contrato. "Mas o consignado é uma ótima opção, considerando o cenário atual, porque não depende necessariamente de o cliente ter o bem, como no caso do penhor."

Por Tamara Nassif / Folhapres

Empresa da família Vorcaro movimentou R$ 1 bi em possível tentativa de esconder dinheiro, diz relatório

Uma empresa da família de Daniel Vorcaro chamada Multipar movimentou mais de R$ 1 bilhão em cinco anos exclusivamente entre contas ligadas ao dono do Banco Master. O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou que a movimentação sugere uma tentativa de esconder o patrimônio.

A informação foi obtida em levantamento feito pela Folha com base em um relatório de inteligência financeira do órgão, contendo informações de 2020 a 2025, período em que Vorcaro estrutura o Master —a marca é criada em 2021, após o sinal verde do Banco Central para a compra do banco Máxima, em 2019.
O documento do Coaf cita a "troca de recursos entre empresas/pessoas do grupo, podendo representar uma tentativa de quebra do rastro do dinheiro".

No período mencionado, a Multipar movimentou R$ 1,07 bilhão, e quase todo o montante é detalhado no relatório, com informação de origem e destino dos recursos.

A partir desses dados, a reportagem identificou que pelo menos R$ 1 bilhão —ou 93% de todos esses recursos— veio de ou foi para empresas ou pessoas ligadas a Vorcaro ou seu banco.

Constam na lista companhias, holdings e fundos de investimentos que, entre os sócios, têm familiares, pessoas que trabalham para o grupo ou companhias já citadas nas investigações.
O próprio Banco Master recebeu R$ 5,8 milhões da Multipar.

A assessoria de imprensa Vorcaro disse que não vai comentar o caso. Respondendo em nome de Henrique Vorcaro —presidente da Multipar e pai do ex-banqueiro—, o advogado Eugênio Pacelli afirmou que "todas as movimentações financeiras do grupo Multipar são devidamente contabilizadas, lícitas e transparentes".

O ex-banqueiro está preso, investigado devido à suspeita de ter aplicado uma fraude bilionária no mercado financeiro por meio do Master. O cunhado dele, Fabiano Zettel, ex-pastor da Igreja Batista da Lagoinha, também está em cárcere sob suspeita de integrar o esquema.

Como mostraram as investigações, o grupo utilizou uma série de fundos de investimentos e empresas de fachada para transferir ativos entre si, inclusive papéis podres, inflando artificialmente o valor de suas empresas e da instituição financeira —sem lastro na realidade.

O caso da Multipar espelha em parte esse esquema, ao circular dinheiro dentro de um escopo de empresas conectadas —justamente o motivo do alerta sobre as movimentações.

São cerca de 10 mil transações listadas, entre um grupo de pouco mais de 30 empresas de alguma forma relacionadas à família Vorcaro ou ao Master.

O documento chama especial atenção para o fundo GFS, que recebeu R$ 47 milhões da Multipar e repassou outros R$ 15 milhões para ela.

Ele é administrado pela Reag, a mesma gestora que administrava fundos suspeitos de realizar transações fraudulentas para a rede de instituições ligadas ao Banco Master, com o intuito de inflar artificialmente o valor de seus ativos e seu patrimônio.

A Multipar é uma holding de instituições não financeiras e tem dois sócios: Henrique Vorcaro, presidente, e Natália Vorcaro, irmã do ex-banqueiro e mulher de Fabiano Zettel.

No último mês, a Folha tentou contato com Natália, por mensagem e ligação, mas não teve resposta.
"No meio de um contexto de tanta ilação, é inaceitável e causa indignação a divulgação seletiva de trechos de documentos sigilosos, prática que distorce o contexto, compromete a lisura dos fatos, afronta diretamente princípios éticos e legais e representa uma verdadeira ameaça ao processo legal", disse o advogado de Henrique, Eugênio Pacelli.

O relatório de informações financeiras aponta que "foram identificadas movimentações relevantes entre partes relacionadas, incluindo empresa do mesmo grupo econômico, indicando possível uso da conta como canal de passagem".

Como revelou a Folha, essa empresa comprou uma fazenda no Amazonas —irregular e cujo ex-dono alega ter sofrido calote—, onde fez um projeto de estoques de carbono (um papel diferente do crédito de carbono), que foram revendidos com valor inflado artificialmente para a Global Carbon e a Golden Green.
Essas duas empresas, por sua vez, foram usadas para aumentar o patrimônio de fundos sob gestão da Reag, principal instituição utilizada para movimentar dinheiro da fraude do Banco Master.

A relação entre Alliance e Multipar repete o padrão que alertou os órgãos financeiros: milhões em transações entre o mesmo grupo econômico.

Ambas são praticamente idênticas: têm o mesmo quadro societário (Henrique e Natália Vorcaro) e a mesma área de atuação, são holdings.

A Multipar transferiu R$ 51,4 milhões para a Alliance Participações e recebeu de volta R$ 27,1 milhões.
Corrobora esta tese a relação com a Hebron Participações, a principal parceira econômica da Multipar.

A empresa atua exatamente no mesmo ramo (ambas são holdings de instituições não financeiras) e tem como sócios Henrique Vorcaro e uma terceira holding —e também pertence ao pai do ex-banqueiro.
A Hebron aportou R$ 419,2 milhões na Multipar, em mais de mil transações registradas. No caminho inverso, foram R$ 104,3 milhões, em 352 transações.

Ela foi a empresa que mais repassou dinheiro para a Multipar no período e a que mais recebeu recursos de volta.Na rede da Multipar surge ainda outro nome já conhecido das tramas do Banco Master, a Alliance Participações.

A Alliance está no centro da suposta fraude de R$ 45 bilhões em ativos ambientais da família.

Ainda em nome de Henrique Vorcaro, o advogado Eugênio Pacelli negou qualquer irregularidade no caso dos ativos de carbono, disse que o projeto foi desenvolvido por terceiros e que, "como investidor, [ele] adotará as medidas legais cabíveis para ressarcimento dos investimentos".

O documento do Coaf mostra ainda que a Multipar fez transferências milionárias para a conta pessoal de membros da família Vorcaro.

Henrique, por exemplo, recebeu R$ 14,7 milhões dela e repassou R$ 1,4 milhão de volta para sua própria empresa.

Natália, por sua vez, recebeu R$ 6,4 milhões e devolveu R$ 1,9 milhão.

A mãe de Daniel Vorcaro, Aline Vorcaro, também aparece direta ou indiretamente (por meio de sociedades, assim como os outros) na lista.

Ela recebeu, em sua conta pessoal, R$ 20,9 milhões —é o CPF que mais foi beneficiado com recursos da Multipar no período. A Folha não conseguiu localizar seu contato.
Por João Gabriel e Lucas Marchesini / Folhapress

Polícia Civil prende homem em flagrante por falsidade ideológica em Feira de Santana

Um homem foi autuado em flagrante por falsidade ideológica na tarde de sexta-feira (24), no momento em que a Polícia Civil da Bahia, por meio da 2ª Delegacia Territorial (DT/Feira de Santana), cumpria um mandado de prisão preventiva contra ele pelo crime de homicídio qualificado. Ao ser localizado no bairro Pedra do Descanso, o suspeito apresentou documento de identidade oficial com foto em nome de terceiros. O mandado foi expedido em 2013 pela Justiça do Estado de São Paulo.

Durante o cumprimento da ordem judicial, o homem alegou tratar-se de outra pessoa, afirmando que o verdadeiro alvo do mandado seria um irmão gêmeo. Foram realizadas consultas aos sistemas oficiais e procedimentos de identificação técnica que confirmaram a verdadeira identidade do suspeito.

O homem foi conduzido para a unidade policial, passou pelos exames de praxe no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Oscar Paris / Ascom-PCBA

Ipiaú: Homem com materiais de pesca é encontrado morto às margens do Rio Água Branca

 

Foto: Giro Ipiaú
O corpo de um homem identificado posteriormente como Milton Santos, de 83 anos, foi encontrado por populares na tarde deste sábado (25), em uma área próxima ao Rio Água Branca, nos fundos de um lava-jato localizado na Avenida do Contorno, no centro de Ipiaú. De acordo com informações apuradas pelo GIRO no local, populares avistaram o corpo e acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que confirmou o óbito. Conhecido como seu Milton, o idoso residia na Rua Waldomiro Barreto e tinha costume de sair para pescar.

Ao lado do homem foram encontrados materiais de pesca, o que pode indicar que ele estava na localidade realizando essa atividade. Ainda conforme os primeiros levantamentos, não foram identificados sinais aparentes de violência. O Departamento de Polícia Técnica foi acionado para realizar a perícia no local e providenciar a remoção do corpo e encaminhar ao IML de Jequié. A causa da morte deverá ser esclarecida após exames mais detalhados. *Giro Ipiaú

Ibirataia: SEMED realiza Momento Cultural para valorizar história e tradições dos povos originários

Evento “Reconhecendo Raízes, Construindo Memórias” reuniu estudantes e comunidade em programação educativa e cultural

A Prefeitura de Ibirataia, por meio da Secretaria Municipal de Educação, promoveu neste sábado, 25, o “Momento Cultural: Reconhecendo Raízes, Construindo Memórias”, na Praça Basílio Miguel de Souza (Jardim). A iniciativa contou com exposições e apresentações voltadas à história e ao modo de vida dos povos originários, fortalecendo o conhecimento e o respeito à diversidade cultural.
O evento teve a participação ativa de alunos da educação infantil, ensino fundamental (anos iniciais e finais) e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), proporcionando um espaço de aprendizado coletivo e valorização das raízes históricas. A ação reforça o papel da escola na formação cidadã e no incentivo à preservação das tradições culturais, promovendo integração entre comunidade e rede de ensino.
De acordo com o Secretario de Educação Caio Pina, a proposta é ampliar o olhar dos estudantes sobre a importância da cultura e da memória. “Este momento cultural é fundamental para despertar o respeito e a valorização dos povos originários, contribuindo para uma educação mais consciente e inclusiva”, destacou o secretário, reafirmando o compromisso da gestão com a formação integral dos alunos.

Suspeito de furtar equipamentos de informática é preso em Jequié

O homem tinha acesso à subseção de uma entidade de classe do município e subtraiu os objetos.

A Polícia Civil da Bahia, por meio da 1ª Delegacia Territorial (DT/Jequié) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) do município, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), prendeu em flagrante um homem, de 45 anos, pela prática de furto, na quinta-feira (23), em Jequié.

Conforme o registro da ocorrência, na última terça-feira (22), funcionários da sede da subseção de uma entidade de classe de Jequié constataram a ausência de um notebook e outros equipamentos de informática disponibilizados para uso comum no local. O fato foi comunicado à polícia, dando início às investigações, que levaram à identificação de um anúncio dos equipamentos, possibilitando a localização do suspeito.

De acordo com as investigações, o homem se aproveitou do acesso ao local para furtar os materiais. Ele foi capturado ainda em posse dos objetos subtraídos e confessou o crime. O investigado utilizou redes sociais para tentar comercializar os equipamentos.

Os objetos recuperados, um notebook, um scanner, um carregador e um mouse, foram restituídos à administração local. Após a prisão em flagrante, a custódia foi convertida em prisão preventiva, e o suspeito permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Thanize Borges / Ascom-PCBA

PF atua na prisão de foragido da operação Anomalia I

Compartilhamento de informações com DEA resultou na prisão do foragido; ele passará por audiência de custódia com a Justiça americana para avaliação de eventuais medidas de deportação
Rio de Janeiro/RJ. Nesta sexta-feira, 24/4, um agente público foragido da operação Anomalia I, deflagrada em março de 2026 pela Polícia Federal, foi preso na cidade de Orlando, nos Estados Unidos da América (EUA).

A prisão foi realizada por agentes da Drug Enforcement Administration (DEA), agência federal do Departamento de Justiça dos EUA que o atuou após troca de informações e cooperação com policiais federais da Superintendência da PF no Rio de Janeiro.

A operação Anomalia foi desenvolvida no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, com o objetivo de cumprir mandados do Supremo Tribunal Federal contra núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e na venda de influência para favorecer os interesses de um traficante internacional de drogas.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

PF destrói armas de fogo e munições no Amazonas

Ação destruiu 3.067 munições e 145 armas de fogo em cumprimento de decisões judiciais
Manaus/AM. A Polícia Federal realizou, nos dias 22 e 24/4, a destruição de armas de fogo e de munições, em cumprimento a decisões judiciais recentes. No total, foram destruídas 3.067 munições de diversos calibres e 145 armas de fogo, de diferentes marcas e modelos.
Os procedimentos ocorreram em instalações do Exército Brasileiro, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança e a legislação vigente aplicável à destinação de material bélico apreendido.

As destruições representam a conclusão de etapas iniciadas ainda em março, em continuidade às ações voltadas à destinação final de armamentos e de munições apreendidos no curso de investigações e de processos judiciais.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

Segunda fase da Operação “Adsumus” realiza diligências contra o tráfico de drogas e a criminalidade em Vitória da Conquista

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24), a segunda fase da Operação “Adsumus” (expressão em latim que significa “Estamos presentes”), com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a criminalidade. Dessa vez, as diligências aconteceram nas proximidades do Centro de Referência Especializada para População em Situação de Rua (CREAS) Pop, localizado no bairro Recreio, e em ruas adjacentes, no município de Vitória da Conquista.

Durante a ação, foram realizadas varreduras e diligências estratégicas com foco na identificação de atividades criminosas, no levantamento de informações e no fortalecimento da presença policial na região. Todos os indivíduos abordados tiveram a situação consultada nos sistemas policiais. Uma pessoa foi conduzida à unidade policial, prestou esclarecimentos e foi liberada. Já um homem, de 25 anos, que possuía mandado de prisão preventiva pelo crime de furto, foi custodiado.
Estamos intensificando as ações para identificar, localizar e prender grupos envolvidos em atividades ilícitas nessa área, ampliando a atuação integrada da Polícia Civil, juntamente com as demais forças de segurança, no enfrentamento ao tráfico de drogas e no desmantelamento de organizações criminosas”, afirmou o diretor da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN/Sudoeste), delegado Roberto Júnior.

A operação contou com o apoio de policiais civis vinculados à DIRPIN/Sudoeste, à 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Vitória da Conquista), ao Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Sudoeste) e às Delegacias Especializadas de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), Homicídios (DH), Furtos e Roubos (DFR), além das unidades territoriais do município.
Fonte: Thanize Borges / Ascom-PCBA

Prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá anuncia apoio à pré-candidatura de ACM Neto ao governo

Apoio foi confirmado nesta sexta-feira (24)
O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá (PP), aderiu nesta sexta-feira (24) à pré-campanha de ACM Neto ao governo da Bahia. “Meu apoio a ACM Neto incorpora o desejo de mudança que os baianos sonham e precisam. Temos um grande dever com a Bahia e o Brasil, e ACM Neto representa essa transformação”, disse Marabá, que estava acompanhado da esposa Cinthya (PL), pré-candidata à Assembleia Legislativa.

Em gravação para as redes sociais, o ex-prefeito de Salvador agradeceu o apoio. “Hoje é um dia super importante nessa nossa caminhada. Nós todos aqui estamos movidos pelo propósito de construir um novo futuro para a Bahia e para o Brasil. E é claro que receber o apoio de Júnior, prefeito de Luís Eduardo, um dos gestores mais bem avaliados de todo o nosso estado, uma grande liderança do nosso Oeste, um cara jovem que olha para frente com ideias novas, é muito importante”, disse ACM Neto.

De acordo com Neto, o apoio de Júnior Marabá vai incentivar e estimular ainda mais a campanha oposicionista. “Nossa caminhada, se Deus permitir, vai ser vitoriosa. Eu tenho um compromisso de construir um governo transformador para a Bahia, de fazer algo que projete a Bahia para o futuro e, claro, que traga prosperidade para o nosso estado”, afirmou Neto.

Além de ACM Neto e Junior Marabá, também participaram do evento o senador Angelo Coronel (Republicanos), pré-candidato à reeleição, o ex-ministro João Roma (PL), pré-candidato ao Senado, o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), e o deputado estadual Luciano Ribeiro, além do pré-candidato a deputado federal Ditinho Lemos (União Brasil) e de lideranças políticas locais e regionais.

Luís Eduardo – Importante polo agrícola do Estado, Luís Eduardo Magalhães tem 116 mil habitantes (IBGE, 2024) e o quinto maior PIB da Bahia.

Entre 2001 e março deste ano, o município apresentou um crescimento econômico muito superior ao populacional. No início dos anos 2000, a cidade tinha cerca de 18 mil habitantes e PIB de aproximadamente R$ 250 milhões. Atualmente, o Produto Interno Bruto de Luís Eduardo é de quase R$ 13 bilhões – o que significa um crescimento de pouco mais de 50 vezes no período, enquanto a população aumentou quase 6,5 vezes.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura, Luís Eduardo Magalhães tem 25 mil empresas ativas, das quais 4.700 foram abertas somente no ano passado.

Junior Marabá – A vida política do prefeito de Luís Eduardo começou aos 18 anos, quando seu pai, Ondumar Ferreira Borges, foi candidato a vereador (2006). Em 2014, uma tragédia familiar colocou de vez Junior Marabá na política – seu pai e sua mãe (Miriam Borges) morreram em um acidente automobilístico.

Em 2016, foi candidato a prefeito e obteve 48% dos votos. Quatro anos depois, venceu a corrida para a Prefeitura com 59% dos votos válidos e, em 2024, foi reeleito com votação recorde na cidade: 83,5% dos votos.
Por Redação

Ex-superintendente da Seap tinha codinome de “Lulu BDM” em contatos de ex-diretora de presídio de Eunápolis, aponta delação

O ex-superintendente de Gestão Prisional da Seap Luciano Teixeira Viana
O ex-superintendente de Gestão Prisional da Secretaria de Administração Penitenciária da Bahia (Seap) Luciano Teixeira Viana era identificado pelo codinome “Lulu BDM” nas mensagens de celular trocadas pela ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, presa por participar da trama que facilitou a fuga de 16 detentos da unidade em 2024.

A informação consta na delação premiada de Joneuma ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), à qual este Política Livre teve acesso. Teixeira foi exonerado do posto em 26 de julho de 2025 - oito meses após a ocorrência da fuga.

No depoimento, a ex-diretora dá ainda a referência de outros apelidos aos quais se refere na troca de mensagens. O ex-deputado federal Uldurico Júnior, era chamado de “Galego”, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, de “Chefe”, o detendo Sirlon, de “02”, e o traficante de nome Ednaldo, de “Dina”.

Ednaldo Pereira de Souza, também conhecido como “Dada”, é apontado como liderança do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), facção com ligação ao Comando Vermelho no Rio de Janeiro, estado para onde fugiu.

As investigações do Ministério Público da Bahia indicam que o plano envolveu a participação de Uldurico na negociação financeira estimada em R$ 2 milhões para facilitar a saída dos detentos em 2024.

A delação também revelou que Joneuma Neres e Uldurico Júnior discutiram a possibilidade de a Seap acobertar a fuga, ao mesmo tempo em que criticavam o fato de não terem tido à época apoio da pasta.


Por Redação

Operação Juventude Segura apreende adolescentes investigados por tráfico e sequestro de mulheres em Salvador

A ação foi realizada nos bairros de Plataforma e Pernambués e resultou na apreensão de dois adolescentes de 16 anos

Dois adolescentes, de 16 anos, foram apreendidos pela Polícia Civil da Bahia durante ações da Operação Juventude Segura, realizadas nos bairros de Plataforma e Pernambués, em Salvador, por equipes da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI). Um deles é investigado por participação no sequestro de três mulheres ocorrido em março deste ano, após as vítimas saírem de casa em direção a um shopping na capital.

O adolescente investigado por ato infracional análogo ao crime de sequestro foi apreendido nesta quinta-feira (23), no bairro de Plataforma, em cumprimento a mandado expedido pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Salvador. Ele responde por atos infracionais análogos aos crimes de roubo, sequestro e cárcere privado.

De acordo com as investigações, familiares perderam contato com as vítimas por volta das 15h30. Após diligências realizadas por equipes da Polícia Civil, as três mulheres foram localizadas e libertadas na madrugada do dia 16 de março, em um cativeiro na localidade das Pedrinhas. Durante o crime, foram realizadas transferências bancárias via PIX das contas de uma das vítimas, totalizando R$ 25.100.

Já na terça-feira (22), outro adolescente foi apreendido no bairro de Pernambués por envolvimento em ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas. Durante diligências, foram encontrados com ele dinheiro em espécie e três pinos contendo cocaína, embalados com símbolo de facção criminosa. Contra o investigado, há apuração de condutas relacionadas, além do tráfico de drogas, à condução de veículo automotor sem habilitação.

Após o cumprimento das ordens judiciais, foram adotadas as providências legais, incluindo a comunicação à 2ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de Salvador e o encaminhamento dos adolescentes ao Pronto Atendimento (PA), onde passaram pelos procedimentos legais cabíveis.
Fonte: Nicolas Melo / Ascom-PCBA

Suspeito de homicídio em São Marcos é preso pela Polícia Civil

Um homem, de 29 anos, suspeito do homicídio de Anatalice Miranda Santos, de 33 anos, no bairro de São Marcos, foi preso pela Polícia Civil em um condomínio na Vila Canária, em Salvador. O mandado de prisão temporária foi cumprido nesta sexta-feira (24), por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por meio da 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central)

A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo na madrugada de domingo (19), após um homem efetuar os tiros. Ela foi socorrida para uma unidade hospitalar, porém não resistiu aos ferimentos e morreu na quinta-feira (23).

Ainda na quinta-feira, o suspeito, por meio de um advogado, compareceu à 10ª Delegacia Territorial (DT/Pau da Lima) para registrar um boletim de ocorrência, alegando o desaparecimento da arma utilizada no crime.

Após o cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi conduzido à unidade policial para a realização dos procedimentos de praxe e permanece à disposição do Poder Judiciário. Diligências seguem em andamento para a localização da arma. Oitivas são realizadas para o devido esclarecimento dos fatos.
Fonte: Nicolas Melo / Ascom PCBA

STF valida restrições à compra de terras por estrangeiros no Brasil Por Redação

Plenário do STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade manter a validade de uma lei de 1971 que impõe limites à compra de imóveis rurais por estrangeiros e empresas com capital internacional. A decisão reforça a legalidade das restrições e consolida o entendimento de que elas são compatíveis com a Constituição. A reportagem é da Reuters.

A Advocacia-Geral da União (AGU) havia defendido, em março, que as regras estão alinhadas à Constituição de 1988 e são importantes para proteger interesses estratégicos do país. Entre os argumentos apresentados estão a preservação da soberania territorial, o combate à especulação fundiária e a prevenção de crimes como lavagem de dinheiro.

Com a decisão, permanecem em vigor as exigências e limites para aquisição de terras por estrangeiros, mantendo o controle sobre a ocupação e uso de áreas rurais no Brasil. O julgamento também sinaliza a preocupação do Estado com a segurança nacional e a regulação do mercado de terras.

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