Procurador-geral do Maranhão aponta ‘possível atuação criminosa’ de assessores de Dino, que negam
Ministério da Justiça autoriza o envio da Força Nacional a Belo Monte, no Pará, por 90 dias
Vladimir Putin sugere governo de transição na Ucrânia sem Zelenski antes de negociar
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, sugeriu nesta sexta-feira
(28) o estabelecimento de um governo de transição na Ucrânia sob a
tutela da ONU e sem a participação de seu homólogo ucraniano, Volodimir
Zelenski, antes de avançar com qualquer negociação para um acordo de
paz.Foto: Reprodução/Instagram
Putin mencionou a proposta depois que aliados europeus de Kiev se reuniram na quinta-feira (27), em Paris, para discutir quais garantias de segurança podem ser concedidas à Ucrânia caso um acordo com a Rússia seja firmado. Os representantes não chegaram a um consenso sobre o envio de tropas para supervisionar um eventual cenário de paz.
A volta de Donald Trump à Casa Branca e seus diálogos com Moscou preocupam a Ucrânia e outros países europeus, que temem a possibilidade de uma paz com condições benéficas para a Rússia.
As declarações de Putin foram feitas durante visita a Murmansk, no noroeste do país, e também após uma semana de contatos diplomáticos dos EUA com delegações dos dois países em guerra —conversas essas que ocorreram na Arábia Saudita.
“Poderíamos discutir com os EUA, com países europeus e, claro, com nossos parceiros e amigos, sob a tutela da ONU, a possibilidade de estabelecer um governo de transição na Ucrânia”, disse Putin.
“Para fazer o quê? Para organizar uma eleição presidencial democrática que resultaria na chegada de um governo com competências e que teria a confiança do povo. Depois, para iniciar com essas autoridades negociações sobre um acordo de paz e assinar documentos legítimos”, acrescentou.
O conflito, o maior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), persiste há mais de três anos. Uma lei marcial que está em vigor na Ucrânia desde o início da guerra impede a realização de eleições, uma vez que muitos cidadãos estão mobilizados na frente de batalha e outros fugiram para outros países.
Após as reuniões na Arábia Saudita, o governo dos EUA anunciou na terça-feira (25) um acordo para suspender os combates no mar Negro, medida que foi considerada um primeiro passo para uma paz definitiva. As partes também concordaram em não atacar a infraestrutura energética dos países. A Rússia, porém, estabelece condições para uma trégua mais ampla, incluindo o fim das sanções contra Moscou.
“Tudo o que [Putin] faz é atrasar qualquer possibilidade de negociação que visa encerrar a guerra”, voltou a dizer Zelenski nesta sexta.
Em seu encontro durante a madrugada com militares russos em Murmansk, Putin afirmou que suas forças “têm a iniciativa estratégica” em toda a linha de frente. O Kremlin disse que as tropas do país retomaram mais uma porção na região russa de Kursk, invadida pela Ucrânia em meados de 2024 durante uma ofensiva surpresa. “Há motivos para pensar que vamos acabar com eles”, disse o presidente russo.
Também nesta sexta, Kiev anunciou ter recuperado os corpos de 909 soldados ucranianos, a maior troca deste tipo desde o início do conflito, em 2022.
Na frente diplomática com os EUA, Zelenski disse ter recebido uma nova versão do acordo sobre os minerais estratégicos da Ucrânia, aos quais Washington quer ter acesso em troca de continuar fornecendo apoio militar durante o conflito.
Moraes puxa para o STF casos de Geddel, Deltan, Salles e outros dois, além de decisão sobre Kassab
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu retomar para a sua alçada investigações e processos envolvendo autoridades após a Corte mudar entendimento sobre o princípio do foro privilegiado. Um dos casos envolve o secretário de Governo de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, por suspeita de recebimento de propina. Outros seis casos tiveram decisão similar.
No rol de outros processos que tramitavam em instâncias inferiores estão inquéritos que miram os ex-ministros Geddel Vieira e Ricardo Salles, assim como o ex-deputado federal Deltan Dallagnol, que foi cassado por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O fundamento jurídico por trás dessas mudanças é a decisão do STF que ampliou a sua competência para julgar crimes cometidos durante o mandato por pessoas que gozavam de foro privilegiado.
Em março deste ano, o STF julgou uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes. Por 7 votos a 4, a Corte mudou de posição e ampliou novamente o alcance do foro privilegiado para deixar sob a alçada dos ministros o julgamento de crimes praticados por autoridades durante o exercício do cargo e em razão das funções.
Por conta dessa mudança de entendimento, Geddel passará a responder no STF dois inquéritos. Ambos os casos investigam a eventual prática de peculato por meio da apropriação de remuneração de secretários parlamentares, além de lavagem de dinheiro, para benefício da família Vieira Lima. O ex-deputado Lucio Vieira Lima também é investigado nessas ações.
O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, que atualmente é deputado federal, também passará a responder dois processos no STF. Um dos casos está relacionado à fala sobre passar a boiada na legislação ambiental durante a pandemia de coronavírus, quando todas as atenções estavam voltadas ao enfrentamento da doença. A outra ação tramita sob sigilo, caso semelhante ao de Deltan cujo processo está em segredo de Justiça.
Há ainda dois inquéritos que miram o ex-deputado Aelton Freitas e os ex-senadores Dalírio Beber e José Aparecido dos Santos.
Geddel Vieira Lima
Ex-ministro do governo Temer, Geddel foi preso em setembro de 2017 após uma apreensão de R$ 51 milhões de reais em seu apartamento na Bahia. Nos processos em que passará a responder no STF, ele é acusado de peculato por desviar recursos de assessores.
Deltan Dallagnol
Ex-procurador federal e deputado cassado, o político responde no STF a uma queixa-crime apresentada por Flávio Dino em abril de 2023, à época ainda ministro da Justiça do governo Lula. O caso tramita em segredo de justiça.
Ricardo Salles
Ex-ministro do Meio Ambiente, o deputado federal responde a uma queixa crime por tentar promover um desmonte na legislação ambiental durante a pandemia de coronavírus. A ação foi movida pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e outros parlamentares de esquerda após Salles defender “passar a boiada” nas regras de preservação do Meio Ambiente. O outro inquérito contra ele tramita em sigilo no STF.
Inquérito de Kassab foi arquivado na Justiça de São Paulo
Moraes tinha remetido, em 2019, o inquérito de Kassad para a Justiça Eleitoral de São Paulo. Na decisão, ele disse que a Corte não era mais competente para apreciar o inquérito porque Kassab não era mais ministro da Ciência e Tecnologia, cargo ocupado por ele entre 2016 e 2018, durante a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).
Depois que o caso foi remetido à Justiça Eleitoral paulista, Kassab foi denunciado, mas o Tribunal Regional Eleitoral do Estado arquivou o processo. A decisão já transitou em julgado. Ou seja, não caberia mais recurso. Ainda assim, Moraes retomou a relatoria do processo e vai decidir se o caso deve ser reaberto, caso haja vícios de legalidade ou procedimentos.
Moraes comunicou a Procuradoria-Geral da República (PGR) da sua nova decisão e pediu uma manifestação sobre o caso, mas não deu prazo.
As denúncias contra o secretário de governo de São Paulo têm como origem colaborações premiadas feitas por delatores da Operação Lava Jato. Eles apontaram que Kassab recebeu R$ 350 mil mensais da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, além de R$ 28 milhões para consolidar o apoio do PSD ao PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições de 2014. Weslley Galzo/Estadão
Rui Costa veta indicado a secretário na Bahia que é próximo de Haddad
FICCO/ES realiza Operação Colapso para combate à organização criminosa no norte do estado
Destaques
Mercadinho Deus te Ama
Siga-nos
Total de visualizações de página
Ouça aqui: Web Radio Gospel Ipiaú
Web Rádio Gospel de Ipiaú
Mercado do Bairro
Faça seu pedido: (73) 98108-8375
Publicidade
Publicidade

Publicidade
Publicidade
