Brasil suspende exportações para a China com confirmação de caso de vaca louca
Animal identificado com a doença tinha 9 anos e estava em uma pequena propriedade em Marabá |
A suspensão ocorre por um protocolo de 2015 assinado pelos dois países que estabelece um autoembargo nas vendas à China quando uma nova ocorrência de vaca louca —encefalopatia espogiforme bovina— é identificada no Brasil.
“Seguindo o protocolo sanitário oficial, as exportações para a China serão temporariamente suspensas a partir desta quinta-feira (23). No entanto, o diálogo com as autoridades está sendo intensificado para demonstrar todas as informações e o pronto restabelecimento do comércio da carne brasileira”, disse o Ministério da Agricultura, em nota.
Ainda de acordo com a pasta, o animal identificado com a doença tinha 9 anos e estava em uma pequena propriedade em Marabá.
“O animal, criado em pasto, sem ração, foi abatido e sua carcaça incinerada no local. O serviço veterinário oficial brasileiro está realizando a investigação epidemiológica que poderá ser continuada ou encerrada de acordo com o resultado”, afirmou o ministério.
Amostras foram enviadas a uma instituição no Canadá para confirmar se o caso é atípico.
A Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará) informou nesta quarta-feira que foi positivo o resultado do caso suspeito da doença, conhecida como “mal da vaca louca”, na região
A Adepará disse que o caso foi identificado no sudeste do estado, em uma propriedade que tem 160 cabeças de gado e já está isolada pela agência. “A propriedade foi inspecionada e interditada preventivamente”, afirmou.
Os casos atípicos da doença costumam ser pontuais, mas podem igualmente causar restrições comerciais.
Em 2021, por exemplo, o Brasil permaneceu sem enviar carne bovina à China por mais de cem dias, entre setembro e dezembro. Na ocasião, o Brasil havia comunicado dois casos atípicos da doença registrados em Nova Canaã do Norte (MT) e em Belo Horizonte (MG).
Quando as exportações são suspensas por esse motivo, o Ministério da Agricultura envia dados às autoridades chinesas para que a situação de risco seja analisada, e as vendas de carne, liberadas. O processo, no entanto, pode se arrastar por meses.
Cézar Feitoza/Ricardo Della Coletta/Folhapress
Roda de Conversa abre atividades do Programa Crescer da Secretaria de Saúde de Ipiaú
Exemplo de Ipiaú para os demais municípios baianos, o Programa Crescer, idealizado pela secretaria municipal de Saúde, abriu a programação das suas atividades referentes ao ano de 2023. A abertura foi marcada por uma reunião com os pais que tem filhos cadastrados no programa.
Durante o encontro foram apresentadas as normas e rotinas de funcionamento, bem como a inclusão de algumas modalidades de atividade que passaram a compor a rede terapêutica do programa.
Modalidades como educação física, futebol, odontologia preventiva, fortalecimento de vínculo familiar, dentre outros recursos pleiteados para melhoria das condições de vida das 91 crianças assistidas foram incluídas no programa especializado na recuperação física, funcional, emocional e psicológica do seu público alvo.
Programa Multidisciplinar de Desenvolvimento Infantil, o Crescer foi fundado em 2020 e conta com uma equipe composta por médica neuropediatra, fisioterapeuta, psicóloga, pediatra, dentista, nutricionista e uma enfermeira exclusiva, dentre outros profissionais que atendem crianças com autismo, dificuldade de aprendizado e deficiência intelectual.
O programa conta com o apoio da prefeitura e se desenvolve alinhado com outras unidades da Rede Municipal de Saúde, CAPS, e serviços especializados a nível estadual.
José Américo Castro-DECOM /Prefeitura de Ipiaú.
Governo Lula antecipa pagamento de benefícios para população atingida pelas chuvas em SP
Gestão federal também liberou R$ 7 milhões para ações emergenciais em São Sebastião |
A portaria prevendo a antecipação deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União. Ela foi assinada pelo ministro Carlos Lupi (Previdência Social) e pelo presidente interino do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Glauco André Fonseca Wamburg.
A antecipação consiste no pagamento de um benefício extra. O valor depois é descontado do contracheque do segurado de forma parcelada, em até 36 prestações mensais, iniciadas a partir do 3º mês após a antecipação.
O atual governo também anunciou o repasse de R$ 7 milhões para ações de Defesa Civil do município de São Sebastião, que foi o mais atingido pelos deslizamentos de terra e concentra praticamente todas as mortes em decorrência das chuvas.
A portaria do Ministério da Previdência autoriza a antecipação do pagamento dos “benefícios de prestação continuada previdenciária e assistencial” para os beneficiários com domicílio nos municípios de Guarujá, Bertioga, São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba.
Estão incluídos entre esses benefícios o BPC (Benefício de Prestação Continuada), aposentadorias e pensões.
A adesão é opcional. Segundo integrantes do governo, o prazo para os segurados demonstrarem interesse no benefício extra será de 17 a 20 de março. O pagamento está previsto para ocorrer em 27 de março.
Em uma outra portaria, publicada nesta quarta-feira (22) em edição do Diário Oficial da União, o governo liberou R$ 7 milhões para ações para a execução de ações de resposta em São Sebastião, que foi o mais atingido pelas chuvas.
As chuvas dos últimos dias no litoral norte de São Paulo deixaram pelo menos 48 mortos, número que pode crescer pois ainda há dezenas de desaparecidos. Os deslizamentos de terra também soterraram casas e obstruíram trechos da rodovia Rio-Santos, deixando famílias ilhadas.
Lula sobrevoou a região na segunda-feira (20) e depois se reuniu com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Nesta quarta-feira (22), o mandatário realiza uma reunião com vários ministros para tratar do auxílio à população atingida pelas chuvas. Participaram Rui Costa (Casa Civil), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Paulo Pimenta (Secom), Renan Filho (Transportes), Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional), Jader Filho (Cidades) e Gabriel Galípolo, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.
Renato Machado, Julia Chaib e Idiana Tomazelli, Folhapress
Secretária de Comunicação destaca sucesso da operação montada para cobrir o Carnaval de Salvador
A secretária de Comunicação da Prefeitura, Renata Vidal |
“Chegamos felizes a essa Quarta-Feira de Cinzas e com a sensação de dever cumprido. A gente sabe o papel estratégico que a Comunicação sempre teve e sempre terá. Acho que honrar isso, respeitando os colegas, respeitando a nossa profissão, é uma obrigação de todos nós. Fico muito honrada de termos feito esse trabalho e tenho certeza que, no ano que vem, vamos fazer um trabalho ainda melhor”, disse.
Segundo ela, parte desse sucesso veio graças ao trabalho da equipe da Secom, que produziu 222 textos de divulgação das ações da Prefeitura, além das atrações nos sete circuitos da folia, palcos temáticos e bairros. Ainda foram mais de 5 mil fotos do Carnaval produzidas pela equipe da secretaria ao longo da festa.
De acordo com a Secom, houve também uma grande divulgação da imprensa de conteúdos relacionados ao Carnaval, com 1.801 publicações em sites locais ou nacionais, 750 inserções em TVs e rádios da Bahia ou do Brasil e 193 matérias em jornais impressos locais ou nacionais.
“Quero agradecer à minha equipe. Eu conto com colegas que são profissionais de peso, pessoas engajadas e dedicadas que estão aqui entregando o seu melhor. Isso me deixa muito tranquila. É preciso parabenizar a equipe da Secom e dizer que fico muito orgulhosa de contar com esse time para realizar esse trabalho. A gente vai seguir nessa pegada e ano que vem vamos fazer um Carnaval ainda melhor do que neste ano”, disse Renata Vidal.
A cobertura do Carnaval contou com uma Sala de Imprensa montada no Campo Grande, que homenageou a jornalista Andréa Silva. A estrutura trouxe computadores num ambiente climatizado para que repórteres e fotógrafos pudessem trabalhar com conforto e segurança enquanto os trios passavam pela Avenida.
PM prende homem com 20 celulares subtraídos durante a folia
Vinte celulares foram apreendidos na noite desta terça-feira (21), no Circuito Batatinha (Centro Histórico), após policiais militares do Comando de Operações de Inteligência encontrarem um homem correndo entre foliões com aparelhos na mão.
Ele foi detido em um imóvel abandonado, onde também foram apreendidos um quilo e 79 pinos de cocaína, joias, rádio comunicadores, balanças e outros materiais utilizados para o tráfico de drogas.
A ação ocorreu após foliões relatarem furtos na Ladeira da Praça. Uma guarnição velada foi posicionada para apurar a ação de criminosos e chegou ao homem que já possuía mandado de prisão.
Ele e todo o material foram apresentados na Delegacia de Proteção ao Turista.
Fonte: Ascom / Kelly Hosana
PC prende quatro envolvidos em homicídio na primeira noite de Carnaval
Uma ação integrada entre policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO) resultou na prisão, na noite de terça-feira (21), de quatro envolvidos no homicídio de Marcos Souza Menezes, de 27 anos, ocorrido na madrugada de sexta (17). As investigações começaram logo após o crime e perduraram por todo o período de Carnaval, culminando nas capturas antes mesmo do fim da folia.
A tecnologia do sistema de reconhecimento facial da Secretaria da Segurança Pública foi determinante para a identificação e prisão dos suspeitos. Os quatro homens confessaram participação no homicídio. A Polícia Civil trabalha para localizar o autor do tiro que matou a vítima.
Também foram apreendidos uma faca utilizada durante o crime, drogas e seis celulares roubados. Destes, três já tiveram os seus respectivos boletins de ocorrência identificados e serão restituídos aos seus proprietários.
O quarteto está custodiado em uma unidade policial da capital baiana e, após passar por exames de lesões corporais no Departamento de Polícia Técnica, ficará à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Ascom PC
China promete estreitar laços com a Rússia em meio à crise com os EUA
Vladmir Putin, presidente da Rússia |
Trata-se da mais alta autoridade do país asiático a viajar a Moscou desde que suas nações travaram um acordo de “amizade sem limites”, dias antes do início da Guerra da Ucrânia.
O empenho soou como uma espécie de recado a Washington, que dias antes afirmou, sem apresentar evidências, suspeitar que Pequim estaria fornecendo apoio material aos russos durante a invasão. Quem respondeu às alegações foi o próprio Wang, que classificou-as de falsas e disse que são os EUA, e não a China, “que estão constantemente enviando armas para o campo de batalha”, um fato.
A troca de acusações se dá em meio a uma nova crise diplomática entre as duas maiores potências do globo, iniciada após o Pentágono divulgar a descoberta de um balão chinês sobrevoando o território americano no início do mês. Washington afirma que o objeto é um instrumento de espionagem, enquanto Pequim insiste que o artefato, derrubado por um caça, é um equipamento de pesquisas, sobretudo meteorológicas.
Durante sua estadia em Moscou, aliás, o diplomata fez referências veladas aos EUA seguidas vezes. A Putin, disse que as relações entre Pequim e Moscou não podiam ser influenciadas por outros países e “não sucumbiriam a pressões de terceiros”.
Também enfatizou que ambas as nações apoiavam “a multipolarização e a democratização das relações internacionais”, diretrizes que segundo ele não só se ajustam perfeitamente aos tempos atuais, como eram do interesse da maioria dos Estados. A fala foi aplaudida pela porta-voz do ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, que disse “saudar a prontidão da China para exercer um papel positivo na resolução da crise ucraniana”.
Putin, por sua vez, disse que as relações entre os dois países estavam progredindo e “alcançando novos horizontes”. E reforçou que espera uma visita do seu homólogo, Xi Jinping, segundo ele já acordada.
Se as alegações dos americanos em relação aos chineses forem comprovadas, especialistas afirmam que há riscos de que a Guerra Fria 2.0 em curso entre Washington e Pequim ganhe contornos mais concretos na Guerra da Ucrânia, com os EUA, a Otan e as tropas lideradas de Volodimir Zelenski de um lado e a Rússia e a China de outro.
Ao menos publicamente, não parece ser este o desejo da nação asiática. Todas as suas declarações sobre o conflito até aqui aludiram a uma retórica de defesa da paz e de uma solução política, e o líder do regime chinês, Xi, deve fazer um discurso incentivando o fim do conflito na sexta-feira —mesma data em que as duas nações iniciam exercícios militares conjuntos na África do Sul.
Ao mesmo tempo, como aliada estratégica dos russos, a China nunca condenou publicamente Putin pela invasão, e vem se desvencilhando da pressão cada vez maior da comunidade internacional para que abandone sua neutralidade e se posicione de forma mais dura.
Há ainda a questão econômica. Putin encontrou na China (e também na Índia, outro membro do Brics) uma forma de aliviar os impactos das pesadas sanções econômicas impostas a seu país pelo Ocidente, escoando para ambos os países parte de sua produção de petróleo e gás a preços mais baixos que o mercado.
Para a ditadura comunista, é um bom negócio —ainda mais em um contexto em que a Rússia depende cada vez mais dela.
Com Reuters
Folhapress
Lira e Pacheco silenciam sobre ‘mudança fantasma’ bancada pelo Congresso
Reportagem da Folha mostrou que congressistas estão recebendo neste início de ano verba que totaliza mais de R$ 40 milhões e que tem como justificativa uma situação que não encontra amparo na realidade.
A Folha enviou perguntas por email ao gabinete dos cinco senadores e de todos os cerca de 280 deputados federais reeleitos e pediu, entre outros pontos, comprovante de gastos ou de orçamentos relacionados à mudança do estado para Brasília, ou vice-versa.
Procurou também as assessorias das duas Casas e, diretamente, os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Lira, que foi reeleito e receberá duas vezes neste início do ano a verba para a “mudança fantasma”, e Pacheco, que está no meio do mandato de oito anos, não se pronunciaram.
Quase todos os 513 deputados federais e 27 senadores da legislatura que teve início no dia 1º, além de quase todos os 513 deputados e 27 senadores da legislatura que terminou em 31 de janeiro, embolsaram ou embolsarão R$ 39,3 mil brutos a título de ajuda de custo para se mudarem para Brasília ou para fazerem o caminho inverso, de volta aos estados de origem.
Desse total, cinco senadores e cerca de 280 deputados federais reeleitos receberam ou receberão duas cotas da verba-mudança, uma pelo fim da legislatura passada e outra pelo início da atual, somando R$ 78,6 mil extras neste início de ano.
A verba-mudança é paga até mesmo para os deputados federais e senadores que foram eleitos pelo Distrito Federal.
Além de não haver nenhuma justificativa do fornecimento de auxílio-mudança para quem já mora na capital federal e para reeleitos, que trabalham e continuarão a trabalhar no Congresso, os demais casos —daqueles que de fato deixaram de ser congressistas e os que ingressaram na Câmara ou Senado pela primeira vez— também são questionáveis.
O Congresso já fornece aos parlamentares outras generosas cotas para custeio de passagens aéreas e hospedagem, entre outros gastos, além de há muitas décadas não ser mais comum deputados e senadores se mudarem em caráter permanente para a capital federal.
A Câmara disse que só após o pagamento da próxima terça terá um balanço sobre eventuais devoluções. O Senado afirmou que todos os senadores em fim e início de mandato receberam a verba, a exceção de Reguffe (DF), que renunciou ao benefício.
Nenhum dos senadores reeleitos —Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSD-BA), Romário (PL-RJ) e Wellington Fagundes (PL-MT)—, além de Damares Alves (Republicanos), que é do DF, responderam.
Eles afirmaram que recusaram ou devolveram a verba para a Câmara ou que vão doar o dinheiro para instituições de caridade.
“Não considero adequado o pagamento do auxílio-mudança. Não só agora, como reeleito, mas também em minha primeira legislatura doei os valores recebidos para entidades sociais. Em 2019, doei em prol do Hospital de Pronto Socorro do Município de Pelotas [RS]. Este ano, doarei a três instituições gaúchas”, afirmou Trzeciak, acrescentando ter apresentado em 2019 e agora em 2023 projetos de decreto legislativo para acabar com o pagamento da verba para os reeleitos.
“Entendo que não tem necessidade, considerando que a gente não vai mudar de lugar nenhum, mas como o recurso é depositado, eu já tinha assumido o compromisso de que iria doar”, afirmou Veras, que mora em Taguatinga, cidade satélite de Brasília, e está assumindo o primeiro mandato na Câmara.
Sanderson enviou à reportagem comprovante de GRU (Guia de Recolhimento da União) com devolução para a Câmara, no último dia 9, da íntegra do valor líquido recebido a título do auxílio em janeiro (R$ 28,5 mil). Ele afirmou que fará o mesmo com o segundo repasse.
Erundina afirmou considerar abusivo o pagamento e esperar que ele seja extinto, o que, segundo ela, “contribuirá para a preservação da imagem do Poder Legislativo, atualmente desgastada, o que não é positivo para a democracia”.
Ela disse ter encaminhado ofício a Lira renunciando ao benefício e solicitando instrução para a devolução dos valores.
Russomanno afirmou ter devolvido para os cofres da Câmara R$ 3,6 milhões da verba de gabinete, durante seus mandatos, além de não cobrar da Câmara ressarcimento pelo aluguel do escritório político no estado nem usar em Brasília apartamento funcional ou auxílio-moradia. Ele afirma que compensará o valor da verba-mudança continuando a cortar o uso da verba de gabinete.
“Considero o valor do auxílio-mudança um absurdo por si só, mas para os reeleitos chega a ser revoltante. Assim como no primeiro mandato, eu renunciei aos seguintes privilégios: auxílio-mudança, auxílio-moradia, auxílio-saúde e aposentadoria especial, com economia de mais de R$ 5,7 milhões”, disse Gilson Marques.
Adriana Ventura afirmou que um deputado que ganha R$ 39,3 mil não deveria ter benefícios extras e que os considera imorais.
“Quando tratamos então de um deputado reeleito, que já está morando em Brasília, a situação é ainda mais absurda! Eu, bem como todos os deputados do Novo, abri mão de todos os privilégios, inclusive o auxílio-mudança, desde o meu primeiro mandato. Inclua aí: auxílio moradia, aposentadoria especial, reembolso ilimitado de saúde, entre outros.”
Ranier Bragon/Folhapress
Congresso banca ‘mudança fantasma’ com até R$ 79 mil para deputados e senadores
Congressistas estão recebendo neste início de ano verba que totaliza mais de R$ 40 milhões e que tem como justificativa uma situação que não encontra amparo na realidade.
Quase todos os 513 deputados federais e 27 senadores da legislatura que teve início no dia 1º, além dos que encerraram seus mandatos em 31 de janeiro, embolsaram ou embolsarão R$ 39,3 mil brutos a título de ajuda de custo para se mudar para Brasília ou para fazer o caminho inverso, de volta aos estados de origem.
Desse total, cinco senadores e cerca de 280 deputados federais reeleitos receberam ou receberão duas cotas da verba-mudança, uma pelo fim da legislatura passada e outra pelo início da atual, somando R$ 78,6 mil extras neste início de ano.
A verba-mudança é paga até mesmo para os deputados federais e senadores que foram eleitos pelo Distrito Federal.
Além de não haver nenhuma justificativa do fornecimento de auxílio-mudança para quem já mora na capital federal e para reeleitos, que trabalham e continuarão a trabalhar no Congresso, os demais casos —daqueles que de fato deixaram de ser congressistas e os que ingressaram na Câmara ou Senado pela primeira vez— também são questionáveis.
O Congresso já fornece aos parlamentares outras generosas cotas para custeio de passagens aéreas e hospedagem, entre outros gastos. Além disso, há muitas décadas não é mais comum deputados e senadores se mudarem em caráter permanente para a capital federal.
A verba, cujo nome oficial é Ajuda de Custo, está amparada atualmente no Decreto Legislativo 172/2022, que estabelece a destinação de um salário extra (R$ 39,3 mil) aos parlamentares no início e no final do mandato.
A origem do benefício, entretanto, remonta ao fim do Estado Novo. A Constituição de 1946 estabelecia uma ajuda de custo anual aos congressistas de todo o país em uma época em que o Rio de Janeiro era a capital federal e em que o transporte aéreo comercial ainda engatinhava.
Com isso, congressistas receberam pelas décadas seguintes uma espécie de 14º e 15º salários a cada ano para “compensar as despesas com mudança e transporte” para a capital federal.
Em 2013, uma articulação comandada pelo então presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (MDB-RN), acabou por aprovar proposta da então senadora Gleisi Hoffmann (PR), hoje presidente do PT, o que limitou a ajuda de custo ao início e ao fim do mandato —de quatro anos na Câmara e de oito, no Senado.
Desde então, alguns parlamentares apresentaram projetos para acabar de vez com a verba ou para proibir o pagamento aos reeleitos, mas nada andou.
Câmara e Senado programaram 1.080 cotas da verba-mudança neste início do ano (relativos ao fim da legislatura passada e ao início da atual), ao custo de mais de R$ 40 milhões.
As duas Casas transferiram para as contas dos parlamentares no dia 31 de janeiro os R$ 39,3 mil brutos relativos à legislatura passada.
O Senado pagou no último dia 2 os R$ 39,3 mil da legislatura atual para os 27 novos integrantes da Casa (só um terço das cadeiras do Senado entrou em disputa em 2022). A Câmara pagaria a outra cota de R$ 39,3 mil nesta terça-feira (28).
Estão na lista dos reeleitos que vão embolsar quase R$ 80 mil extras parlamentares de todas as correntes ideológicas, como Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o líder do centrão e presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o líder da bancada do PT na Câmara, Zeca Dirceu (PR).
A Câmara e o Senado custeiam passagens aéreas de deputados e assessores por meio de outra verba, o que permite com folga que eles viajem a Brasília e voltem aos seus estados semanalmente.
O chamado cotão direciona a cada parlamentar uma média de R$ 45 mil ao mês para esses gastos, além de um reembolso extra mensal de quatro bilhetes aéreos de ida e volta.
Quando estão em Brasília, normalmente nas terças, quartas e quintas, os parlamentares ficam nos apartamentos funcionais ou em hotéis e flats, tudo também custeado pelo Congresso.
O pagamento do auxílio para mudanças inexistentes ocorre, neste ano, em meio a um cenário de ampliação de salários e verbas dos parlamentares.
O Congresso aprovou a elevação escalonada do salário, de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil agora, passando a R$ 41,7 mil em abril e chegando ao teto do funcionalismo em 2025, R$ 46,4 mil. O último aumento no contracheque dos congressistas havia sido feito em 2014. Desde então, a inflação somou 59%
Além dos salários, houve reajuste em todas as outras verbas relacionadas ao mandato dos congressistas, o que elevou, por exemplo, o teto do auxílio-moradia dos deputados para R$ 8,4 mil.
Levando em conta só a situação dos deputados federais, o custo mensal é de ao menos R$ 213 mil, somados salário e as verbas relacionadas ao mandato.
Além do contracheque de R$ 39,3 mil, ele recebe R$ 118 mil para contratação de até 25 assessores em Brasília e nos estados, cotão de R$ 45 mil (em média, variando a depender do estado) para reembolso de gastos com passagens aéreas, combustível, hospedagem e alimentação, entre outros, até R$ 8.401 de auxílio-moradia, além da ajuda de custo.
O Senado oferece praticamente todos esses benefícios, mas há algumas diferenças. Os senadores têm carro oficial e contam com funcionários concursados em seus gabinetes, por exemplo.
MAIORIA DOS CONGRESSISTAS NÃO SE MANIFESTA; 7 DIZEM QUE VÃO DOAR OU DEVOLVER VERBA
A Folha enviou perguntas por email ao gabinete dos cinco senadores e de todos os cerca de 280 deputados federais reeleitos e pediu, entre outros pontos, comprovante de gastos ou de orçamentos relacionados à mudança do estado para Brasília, ou vice-versa. Procurou também as assessorias das duas Casas.
A Câmara disse que só após o pagamento da próxima terça terá um balanço sobre eventuais devoluções. O Senado afirmou que todos os senadores em fim e início de mandato receberam a verba, a exceção de Reguffe (DF), que renunciou ao benefício.
Apenas 7 dos mais de 280 deputados federais procurados se manifestaram —Daniel Trzeciak (PSDB-RS), Reginaldo Veras (PV-DF), Sanderson (PL-RS), Luiza Erundina (PSOL-SP), Celso Russomanno (Republicanos-SP), Gilson Marques (Novo-SC) e Adriana Ventura (Novo-SP).
Eles afirmaram que recusaram ou devolveram a verba para a Câmara ou que vão doar o dinheiro para instituições de caridade.
Ranier Bragon/Folhapress
Mulher que chamou ambulante de macaco é presa pela PC
Ela desferiu palavras racistas contra o homem. Policiais civis deram voz de prisão por injúria racial.
Uma mulher que estava em um bloco nesta terça-feira (21), no circuito Dodô, foi presa por injúria racial por policiais civis. O auto de prisão em flagrante foi lavrado no Serviço Especializado de Respeito a Grupos Vulnerabilizados e Vítimas de Intolerância e Racismo (SERVVIR), localizado no Shopping Barra.
A mulher, que é de Teresina (PI), chamou um vendedor ambulante de "macaco". "A mulher foi apresentada por investigadores do Posto Policial Integrado (PPI) logo após as ofensas", explicou a titular da Coordenação Especializada de Repressão aos Crimes de Intolerância e Discriminação (Coercid), delegada Ana Cristina de Carvalho, que estava de plantão no momento do flagrante.
Em janeiro deste ano, o crime de injúria racial (ofensa por raça, cor, etnia, religião ou origem) foi equiparado ao de racismo, passando a ser imprescritível e inafiançável, com pena de reclusão e multa. A mulher está sendo ouvida na unidade e posteriormente ficará custodiada, à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Ascom PC
Flay crítica Salgueiro por ‘enaltecer’ o ‘demônio’ no Carnaval: “Show de horror!”
Flay, influenciadora e ex-BBB, usou suas redes sociais, nesta última segunda-feira, 20 de fevereiro, para desabafar em forma de critica, a escolha do tema da Salgueiro, neste Carnaval de 2023. Isso porque, a escola de samba decidiu ousar e causar ao levar para o sambódromo um carro alegórico em forma de ‘demônio’ e, na web, a artista enfatizou que a situação era um verdadeiro ‘horror’.
Dessa forma, por meio de uma comentário nas redes sociais, Flay comentou: “Que show de horror! Independente de religião, que triste ver um espaço tão importante pra mostrar arte e cultura ser usado para enaltecer e adorar o demônio. Que desgraça isso, me entristece de verdade, mas é isso, cada qual com seu Deus“, disse ela.
Em suma, nas redes sociais, diversos internautas, de forma geral, concordaram com a influenciadora: “Se um dia te julguei me PERDOE. Uma das poucas ou única que se manifestou. Louvado seja DEUS. DEUS, DEUSSSSSSS“, disse uma. “Gente, palhaçada isso, parabéns por se posicionar Flay“, comentou mais uma.
Mais sobre a matéria de Flay
Sendo assim, outros internautas preferiam defender a escola de samba e comentaram sobre o enredo escolhido: “O enredo falava sobre o bem e o mau, contam uma história. Não estava adorando nada ali, os enredos contam histórias. Engraçado que nas novelas da Record o d3moni0 aparece de várias formas, mas ninguém fala nada. Se tivesse a imagem de Deus diriam que Deus não devia estar no carnaval e etc. Vai se informar gente!“, disse um.
Além disso, outro rebateu o comentário acima e disparou: “Indiferente seu comentário, acho melhor ir estudar teologia e depois vim comentar“, declarou. Por fim, a Salgueiro não comentou sobre a critica da artista, até o momento.
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Meloni visita Kiev e diz que derrota da Ucrânia pode levar a invasão de países da Europa
Meloni visita Kiev e diz que derrota da Ucrânia pode levar a invasão de países da Europa |
Falando em uma entrevista coletiva ao lado do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, Meloni afirmou que a derrota da Ucrânia também corre o risco de levar à invasão de outros estados europeus, e prometeu apoio militar italiano contínuo a Kiev -este suporte, contudo, não inclui o fornecimento de aviões militares.
Além disso, a Itália pretende sediar uma conferência internacional sobre a reconstrução da Ucrânia em abril, de acordo com a primeira-ministra.
A líder também visitou as cidades de Irpin e Butcha, ambas próximas à capital e fortemente atacadas pelas tropas russas. Em Butcha, retomada pela Ucrânia e onde foram encontrados dezenas de corpos de civis, Meloni deixou flores em uma vala comum na qual cadáveres estão enterrados.
A líder italiana havia prometido visitar a Ucrânia antes do aniversário de um ano da guerra, na próxima sexta-feira (24). A viagem é vista como uma das mais significativas em sua agenda desde que chegou ao poder, em outubro, e ocorre uma semana depois de seu parceiro na coalizão de ultradireita do governo a Itália, Silvio Berlusconi, culpar Zelenski pela invasão da Ucrânia.
Berlusconi, ex-primeiro-ministro que tem uma amizade antiga com o presidente russo, Vladimir Putin, disse que se ainda liderasse o governo não buscaria um encontro com Zelenski. Segundo ele, caso o presidente ucraniano tivesse parado de atacar as duas repúblicas autônomas do Donbass a guerra não teria acontecido.
“Eu julgo este senhor muito, muito negativamente”, afirmou Berlusconi.
Na entrevista coletiva desta terça, o líder da Ucrânia rejeitou as críticas de Berlusconi, afirmando que o político não teve que viver sob bombardeios diários e blecautes causados por ataques aéreos russos.
“E graças a Deus seu parceiro da Federação Russa não dirigiu um tanque para dentro de sua casa e destruiu seus parentes e pessoas próximas”, disse Zelenski.
A Rússia lançou uma nova campanha de ataques aéreos contra a Ucrânia em outubro, atingindo severamente a infraestrutura e causando apagões regulares.
Zelenski afirmou ainda que Berlusconi se beneficiaria em viajar para a Ucrânia para ver com seus próprios olhos a “trilha sangrenta deixada pela fraterna Federação Russa”. “Então podemos conversar no mesmo nível.”
Folhapress
Jornada Pedagógica de Ipiaú contará com importantes palestrantes
A Secretaria de Educação de Ipiaú divulgou programação da Jornada Pedagógica 2023 que começa no próximo dia 27 de fevereiro, estendendo-se até 3 de março. Diversas atividades marcam o evento, destacando-se palestras e oficinas ministradas por profissionais de projeção nacional. Haverá também uma série de apresentações culturais.
O tema central do encontro é “Letramento, Inovação, Gestão e Aprendizagem: Caminhos para uma educação transformadora. Nos dois primeiros dias as atividades estarão centradas no auditório da AABB, sendo que a solenidade de abertura contará com a presença da prefeita Maria das Graças, além da secretária Erlandia Souza, titular da pasta da educação, e outras autoridades.
As oficinas envolverão temáticas voltadas para o fazer docente e serão desenvolvidas no âmbito do Colégio Celestina Bittencourt, onde também ocorrerão, no período que antecede a jornada, os encontros com os gestores escolares e com os coordenadores pedagógicos.
A jornada abre o calendário do ano letivo. As aulas começam no dia 6 de março. As unidades escolares foram devidamente preparadas para receberem os estudantes e demais atores da rede municipal de ensino. Discussões e planejamento sobre as ações que serão executadas no decorrer do ano letivo, constam da programação.
PALESTRAS
As palestras iniciais serão ministradas pelos professores Garrido, Jane Haddad e Emanuela Antunes Bezerra, que respectivamente abordarão os temas: “A Benção e a Alegria de Cuidar da Educação; “Educação do Século XXI: ampliando olhares para a educação que ousa” e “Educação na era do like”.
Garrido é especialista em Psicologia Organizacional, tem formação em Human Resources pela Universidade de Nova York- Eua, psicoterapeuta e coordenador de encontros da cultura, assim como escritor e colunista de comportamento da Band News FM.
Jane Patrícia Haddad, mestre em educação, com formação em psicanálise, é uma referência no meio educacional do Brasil. Ela tem uma forma singular de falar sobre temas polêmicos e com seu jeito alegre provoca um outro olhar nos educadores. A professora vem sendo convidada a debater sobre a "nova" noção de autoridade frente as novas gerações
Emanuela Antunes Bezerra é graduada em história pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Mestre em Educação pelo Programa de pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
No dia seguinte, terça-feira,28, no mesmo local, das 7 às 8:30, haverá um espetáculo cênico com a Troupe do Riso e em seguida o Prof. Dr. Geraldo Peçanha de Almeida, psicanalista, pedagogo e mestre em Teoria Literária, autor de mais de 70 livros para educadores, estará apresentando o tema: ”A escola transformadora: cuidado, empatia e afeto na educação”.
Na sequência, a partir das 10hs45min, será a vez do professor-mestre Adão Albuquerque trazer o tema “ Educação 4.0: Alfabetizar para ler um mundo em mutação”. O palestrante ensina geografia e também se destaca como ator, apresentador, radialista, em Vitória da Conquista.
Ainda no dia 28, no período da tarde, o Prof. Dr. Geraldo de Almeida volta ao cenário da jornada com a palestra “Inclusão de Alunos Atípicos na Escola: O Desafio Continua”. Encerrando o segundo dia da Jornada Pedagógica, o Prof. Me. Joéliton Alves profere palestra a respeito da “Educação Empreendedora e os Desafios Para Um Futuro Sustentável”. Ele que é Mestre em Ciências da Educação, consultor e professor há mais de 25 anos, tem ampla experiência na temática de empreendedorismo, credenciado ao SEBRAE , é especialista em Planejamento Estratégico de Negócios e Pessoas, Neuropsicopedagogo e também e Coach Profissional.
OUTROS PALESTRANTES
O ciclo de palestra direcionado aos profissionais de educação da rede municipal prosseguirá no Colégio Celestina Bittencourt, onde também serão aplicadas importantes oficinas, tendo como protagonistas os professores, Aline Miranda Rosa, Benilton Santos, Maristela Amaral, Adenilson Souza Cunha, Arlete Ramos dos Santos, Silvia de Mattos Gasparian Colello, Rogério Santos Souza e Rose Maria Pereira de Souza Bonfim.
Confira no link a programação em sua integra.
( José Américo Castro-Dircom/Prefeitura de Ipiaú)
Homem rompe artéria e morre ao dar soco em janela enquanto brigava com a esposa
Depac Centro - Foto: Henrique Arakaki/Arquivo Midiamax |
Conforme o registro policial, o homem brigou com a esposa na noite de domingo (19), por volta das 23 horas. Então, deu um soco na janela de vidro, que quebrou.
Com isso, sofreu um corte no braço direito que acabou atingindo a artéria. Ele ainda foi socorrido e transferido para Campo Grande, mas não resistiu.
Também segundo informações da polícia, o homem teve choque hemorrágico e acidose metabólica refratária. Ele morreu às 18h08 de segunda-feira.
O caso foi registrado como morte a esclarecer na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.
Nós não queremos destruir a Rússia, diz Biden
No discurso para marcar o primeiro ano da invasão de Vladimir Putin da Ucrânia, mirando tanto Moscou quanto Pequim em sua denúncia das autocracias, o presidente Joe Biden afirmou que o Ocidente não pretende destruir a Rússia.
Biden falou na noite desta terça (21, tarde no Brasil) em Varsóvia, a capital do mais beligerante membro da Otan (aliança militar ocidental), a Polônia. Horas antes, Putin havia se dirigido ao Parlamento russo afirmando que o objetivo ocidental era o de “acabar conosco para sempre” ao transformar “um conflito local em global”.
O duelo de discursos, no qual Biden tinha a vantagem de saída de ter visitado de forma inédita Kiev na véspera, acabou sendo um jogo de espelhos no qual o americano repetiu, assim como o russo, a retórica construída ao longo de um ano do conflito iniciado em 24 de fevereiro passado. A guerra está um momento de pressão inconclusiva por parte de Moscou.
“Putin ainda duvida da nossa convicção. Não deve haver dúvida, a Otan nunca será dividida, e nós não estaremos cansados”, afirmou o americano. “Autocratas não podem ser apaziguados, só podem ser antagonizados. A única palavra que entendem é não, não e não.”
“O mundo autocrático ficou mais fraco”, disse, sem é claro citar a China, sua principal rival estratégica e maior aliada de Putin, ainda que sem envolvimento direto na guerra. Mas o recado estava no ar, em especial após a acusação sem provas feita pelo secretário de Estado, Antony Blinken, de que Pequim iria enviar armas aos russos, algo negado pelos chineses.
“Que tipo de mundo queremos construir?”, afirmou, dizendo que o Ocidente é “aliado não das trevas, mas da luz”. “A escolha é entre caos e estabilidade, entre democracia ou a terra brutal dos ditadores”, disse. Voltou a acusar a Rússia de crimes contra a humanidade, “usando estupro como arma”.
Ao mesmo tempo, negou o intuito sugerido antes pelo russo. “Não queremos destruir a Rússia, não queremos atacar, como o Putin disse hoje”, afirmou, emulando o tom do presidente francês, Emmanuel Macron, que no fim de semana defendeu a derrota do Kremlin na guerra, mas não “mudança de regime”.
Também na mesma linha de Macron, que questionou a responsabilidade do Ocidente em alienar países não alinhados que fazem negócio com a Rússia como Índia e Brasil, Biden insistiu que as democracias ocidentais “precisam entregar para o povo”, “melhorando a saúde”, “aumentando a prosperidade”.
“As decisões que tomarmos nos próximos cinco anos irão definir as próximas décadas”, completou. Chamou a atenção para outros países que temem a Rússia, como a própria Polônia, que faz parte da Otan, ou a pequena e desguarnecida Moldova —pediu palmas para a presidente Maia Sandu, pressionada por Moscou.
Biden entrou no palco montado à frente do palácio presidencial ensaiando um desfile ao som de música eletrônica ao estilo do Eurovision, concurso de talentos popularíssimo no Leste Europeu, e depois recebeu crianças, em oposição ao formalismo marcial do evento de Putin em Moscou.
Os EUA são os maiores apoiadores da Ucrânia na guerra. Segundo o Instituto para Economia Internacional de Kiel, US$ 78,2 bilhões dos US$ 150 bilhões de ajuda já recebida por Kiev até 15 de janeiro vieram dos americanos, US$ 47,3 bilhões em armas e defesa.
Igor Gielow/Folhapress
Confirmadas 44 mortes por causa das chuvas em São Paulo
O governo do estado de São Paulo informou que, até o momento, 44 óbitos foram confirmados por causa das fortes chuvas, sendo 43 em São Sebastião e um em Ubatuba. Equipes do município com psicólogas e assistentes sociais fazem um trabalho de acolhimento dos familiares das vítimas do temporal que assolou o litoral norte no sábado (18) e domingo (19).
Já foram identificados sete corpos e liberados para o sepultamento. São dois homens adultos, duas mulheres adultas e três crianças. Os trabalhos de busca, resgate e salvamento seguem ininterruptamente na região. Atualmente há 1.730 desalojados e 766 desabrigados em todo estado.
Disque 100
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) disponibilizou o Disque 100, opção 2, para receber comunicações de pessoas atingidas pelas fortes chuvas no litoral sul do estado de São Paulo, nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Guarujá, Bertioga e Ilhabela.
A central de atendimento funciona 24 horas, 7 dias da semana, para auxiliar na acolhida de informações sobre pessoas desaparecidas e locais de abrigo, acolher pedidos de socorro de pessoas isoladas em apoio às centrais 190, 193 e 192.
Edição: Fernando Fraga
Por Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil - São Paulo
Suspeitos fingem ser policiais, invadem casa e matam homem na frente da mãe em Brumado
Foto: Reprodução/ Achei Sudoeste |
Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, uma mulher teria relatado à mãe da vítima que homens estavam atrás dele na região, mas Henrique Alves não teria dado atenção - ele sugeria não ter desavença com outras pessoas. O corpo dele foi jogado em um matagal, próximo à residência da família.
A motivação do crime ainda é desconhecida e não há informações adicionais sobre o episódio.
Indicações para tribunais de contas privilegiam políticos e ignoram caráter do cargo
Foto: Reprodução / UPB |
Tanto em esfera federal quanto em estadual e municipal, vários políticos de carreira, alguns deles parentes de mandatários ou envolvidos em imbróglios com a Justiça, são indicados conselheiros em um órgão também capaz de tornar adversários inelegíveis.
Há propostas legislativas para tornar as nomeações mais rígidas, mas nenhuma delas foi adiante.
Especialistas disseram à Folha que a partidarização desses tribunais é prejudicial à administração pública, por tirar isenção do controle das contas dos governos e por permitir aparelhamento da máquina estatal.
Os cargos de conselheiros dos TCEs (Tribunais de Contas Estaduais) equivalem aos de desembargadores da Justiça estadual, e os ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) são equiparados pela Constituição aos ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça), apesar de não serem vinculados ao Poder Judiciário.
Segundo o texto constitucional, pode ser indicado ministro ou conselheiro de um tribunal de contas alguém que tiver mais de 35 anos, além de idoneidade moral e reputação ilibada, notórios conhecimentos de administração pública e mais de dez anos de exercício em uma função que dê conhecimentos para exercer as atribuições das cortes administrativas.
Esses requisitos são avaliados pelo Senado, no caso federal, e pelas Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, no âmbito estadual e municipal, respectivamente. Ainda assim, não há nenhuma norma infralegal especificando esses princípios.
Há cinco propostas legislativas em tramitação para regular as nomeações de conselheiros desses tribunais, envolvendo a necessidade de ter ficha limpa, concursos públicos, estar fora de partidos políticos e cargos eletivos e até tempo de mandato.
Nenhuma delas, porém, avançou nos últimos anos. Três textos aguardam designação de relator para início de tramitação, um deles precisa ser votado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados desde 2017 e o último, em estágio mais avançado, aguarda votação em plenário desde 2013.
O resultado disso está nos dados --em 2016, levantamento feito pela ONG Transparência Brasil indicou que 80% dos 233 conselheiros em tribunais de contas ocuparam, antes de sua nomeação, cargos eletivos ou de destaque na alta administração pública. Mostra ainda que 23% deles sofreram processos ou punição da Justiça e 31% eram parentes de outros políticos, como governadores.
Um ano depois, pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco mostrou que, dos 186 conselheiros de todos os TCEs, 85 eram ex-deputados estaduais e distritais, 5 foram deputados federais e 29 eram ex-secretários estaduais, 13 ocuparam outros cargos estaduais e 40 tinham ou tiveram pendências judiciais.
Recentemente, reportagens da Folha mostraram importantes figuras políticas tentando emplacar familiares nos tribunais de contas, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que tenta incluir a esposa no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, e o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), que tem seu sobrinho, Daniel Itapary Brandão, como favorito ao TCE-MA (Tribunal de Contas do Estado do Maranhão).
Para Fernando Menezes, professor de direito administrativo da Faculdade de Direito da USP, todo tribunal de contas possui um grau de politização que envolve o debate público e a diversidade do perfil dos conselheiros, mas a inserção de ex-políticos ou a partidarização das cortes gera pessoalidade nas decisões e perseguição de inimigos.
Menezes também disse que a pouca vontade dos políticos de mudar a realidade da instituição leva à vulnerabilidade das cortes de contas aos interesses do grupo político majoritário e compromete a isenção do controle externo da administração.
Apesar de ressaltar que há indicações importantes para os tribunais de contas, ele entende que regras mais estritas deveriam ser aplicadas, como uma quarentena após o exercício de cargos e a filiação de partidos.
O professor também destaca a possibilidade de criar um percurso formativo similar ao que já ocorre na carreira diplomática, profissionalizando o exercício da função de conselheiro ou ministro dos tribunais de contas e trazendo benefícios a toda a administração pública.
Juliana Sakai, coordenadora técnica da ONG Transparência Brasil, entende que mesmo para as indicações políticas, alguns critérios, como a reputação moral e ilibada, impedem a indicação de conselheiros com pendências judiciais, o que já ocorreu para os tribunais de contas.
Ela afirma que a velocidade de mudança do perfil de ministros e conselheiros dessas cortes é lenta e que há pouca vontade dos políticos de mudar o atual formato de funcionamento e indicação. "Não é de interesse do grupo político perder poder", disse.
Com o desgaste da pauta anticorrupção, Sakai acredita ser difícil mudar o atual estado dos tribunais de contas, já que a pauta anticorrupção tem sido muito ligada à moralidade.
"Deve-se mudar o foco, a corrupção não deve ser tratada moralmente, deve ser tratada no âmbito das instituições e esse tema serve para regular e evitar aparelhamento do estado", concluiu.
Por Folhapress
Putin critica EUA e suspende controle de armas nucleares
Em um antecipado discurso na Assembleia Federal sobre o aniversário de primeiro ano da Guerra da Ucrânia, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, levou o foco do conflito para o embate com o Ocidente, sacando novamente a carta nuclear contra os EUA e seus aliados.
Ele anunciou a suspensão da participação de seu país no último acordo de controle de mísseis estratégicos vigente, o Novo Start, que já cambaleava desde que a guerra começou devido à falta de inspeções mútuas de instalações com armas nucleares dos EUA e da Rússia.
Putin disse que “a Rússia não irá atacar primeiro”, mas que está pronta para reagir e que a “situação pode sair de controle”. “Eles [os ocidentais] querem transformar um conflito local em global. Nós entendemos desta forma e vamos reagir de forma adequada. A Rússia não pode ser derrotada”, acrescentou.
“O Ocidente soltou o gênio da garrafa. Estamos falando da existência do nosso país. Eles não escondem seu objetivo: infligir uma derrota estratégica à Rússia, ou seja, acabar conosco de uma vez por todas.”
Segundo o Instituto para Economia Internacional de Kiel (Alemanha), mais de US$ 60 bilhões dos US$ 150 bilhões em ajuda à Ucrânia desde a guerra foram de natureza militar, US$ 47 bilhões apenas dos EUA.
O Novo Start, vigente desde 2010 e válido em tese até 2026, prevê que tanto EUA quanto Rússia, que detêm 90% do arsenal nuclear mundial de 13 mil bombas atômicas, mantenham no máximo 1.600 ogivas do tipo estratégico, aquelas destinadas a arrasar cidades e acabar com guerras, em prontidão. Trata-se de uma quantidade mais do que suficiente para obliterar a civilização, mas ao menos estabelecia um princípio de confiança mútua —Donald Trump já havia deixado os outros dois acordos com o mesmo fim.
A agressividade contrastou com a repetição do resto da fala, de quase duas horas, e por um motivo. Para quem esperava algum anúncio dramático sobre a invasão em si, de uma declaração formal da guerra ainda tratada por “operação militar especial” a uma aliança com a China contra os Estados Unidos, passando por alguma vitória em campo ou uma nova mobilização, a montanha do Kremlin pariu um rato.
Putin repassou temas que havia já percorrido em 30 de setembro, quando promoveu a anexação de quatro regiões ucranianas de forma ilegal. Mas caprichou no tom, como costuma fazer em ocasiões formais.
Ele se dirigiu nesta terça (21) à Assembleia Federal, o Congresso russo, no centro de convenções Gostini Dvor (sala de estar), em Moscou. Na plateia, políticos, militares, veteranos da guerra e representantes das áreas anexadas. Putin também deve falar num evento no estádio da final da Copa de 2018, o Lujniki.
As declarações vêm um dia depois da desafiadora visita de Joe Biden a Kiev —o presidente americano discursará ainda nesta terça-feira na Polônia, para onde foi, sobre a guerra. A reação dos adversários foi igualmente previsível. “Ele está numa realidade completamente diferente. Está num beco sem saída”, afirmou à agência de notícias Reuters o assessor presidencial ucraniano Mikhailo Podoliak.
No campo militar, a falta do que dizer por parte do russo mostra os limites de sua escalada militar recente. Ainda que esteja perto de conquistar pontos estratégicos no leste da Ucrânia, é um processo lento e incerto, ainda mais com a proximidade do fim do inverno e a possibilidade de novas operações.
Para críticos, o esforço atual é inútil, levando só boa parte de seus 320 mil reservistas convocados no ano passado para um “moedor de carne” sem ganhos. As próximas semanas, ou meses, dirão quem tem razão.
Putin voltou a dizer que não queria o conflito, que havia como resolvê-lo por meio dos acordos Minsk, e que foi ignorado pelo Ocidente. Nisto ele está certo, em termos: durante a escalada militar que precedeu a invasão, ele publicou um ultimato pedindo negociações sobre o status da Ucrânia em 17 de dezembro.
Não houve resposta, até porque ao lado do pedido de neutralidade de Kiev havia a demanda para que a Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, retirasse suas forças dos países da antiga esfera soviética absorvidos a partir de 1999, algo inexequível. O resto é história.
Há um ano, Putin reconhecia neste mesmo dia duas repúblicas separatistas do Donbass, no leste do país, algo que não fizera desde que anexou a Crimeia e fomentou a guerra civil em Donetsk e Lugansk, como resposta à derrubada do governo pró-Kremlin de Kiev em 2014. Esse acabou sendo o sinal para a invasão, ocorrida nas primeiras horas de 24 de fevereiro, mudando toda a arquitetura de segurança do mundo.
O russo focou boa parte de sua fala em questões domésticas, descrevendo dificuldades e resiliência ante as sanções ocidentais contra a Rússia, algo sem paralelo na história. “Eles previram o fim da nossa economia. Nosso PIB caiu, mas menos do que em 2020 [queda de 2,1% ante 2,7% no ano da pandemia].”
Ele ainda lembrou que a Rússia está ampliando negócios com outros países. De fato, como disse o presidente francês, Emmanuel Macron, no fim de semana, países não ocidentais desconfiam das grandes potências e de suas sanções. Isso vale para a Índia, que aumentou em 14 vezes seu consumo de petróleo russo, e mesmo para o Brasil e sua necessidade de ter fertilizantes.
No mais, o presidente voltou aos temas ideológicos que costuma usar em suas falas. Criticou o que chama de degradação de valores familiares no Ocidente, dizendo que até pedofilia tornou-se aceitável, mas fez um inusitado aceno à combalida comunidade LGBTQIA+ russa.
Ao comentar o casamento de pessoas do mesmo sexo, disse: “Eles são adultos, têm o direito de viver a vida deles. Somos sempre muito tolerantes sobre isso na Rússia”. Para um governo que desde 2013 criminaliza o que chama de propaganda gay e tem histórico de perseguir homossexuais, foi bem ameno.
Chegou a agradecer, na longa lista apresentada do esforço de guerra, os “jornalistas militares arriscando a vida para contar a verdade para o mundo”. Desde o começo da guerra, o Kremlin efetivamente calou o que restava de imprensa independente no país.
Igor Gielow / Folhapress
Gleisi Hoffmann passa despercebida na Sapucaí antes de desfilar pela Portela
Trajando uma camisa da diretoria da azul e branco e calça branca, ela passou despercebida até ser reconhecida pela reportagem. “É a primeira vez que desfilo”, foi logo dizendo, empolgada. “Sou portelense. Sempre quis desfilar e me senti honrada com o convite. Estou muito feliz.”
Gleisi ainda justificou sua presença na Marquês de Sapucaí com uma comparação entre política e o período que mais esperado do ano por muitos brasileiros. “O Carnaval é uma festa popular, uma festa do povo… E esse é o governo Lula: um governo do povo”, afirmou.
Ana Cora Lima / Folhapress
Flamengo enfrenta Del Vall em busca do título da Recopa Sul-Americana
O Flamengo inicia às 21h30 (horário de Brasília) desta terça-feira (21) no Estádio Banco Guayaquil, em Quito (Equador), a jornada em busca do seu primeiro título da temporada. Após as frustrantes campanhas na Supercopa do Brasil (na qual foi superado pelo Palmeiras) e no Mundial de Clubes (torneio que encerrou na terceira posição), o Rubro-Negro agora apostas suas fichas no confronto com o Independiente Del Valle pela Recopa Sul-Americana.
Este será o capítulo inicial de uma decisão cuja trama chega ao final na próxima terça-feira (28) no estádio do Maracanã.
Se, na edição 2020 da competição, o Flamengo, então comandado por Jorge Jesus, confirmou todo o seu favoritismo e venceu por 5 a 2 no placar agregado (com direito a um triunfo de 3 a 0 no Rio de Janeiro), a equipe atual, dirigida por Vítor Pereira, vive um momento de desconfiança.
É bom relembrar que, após o título da Recopa de 2020, Flamengo e Del Valle voltaram a se encontrar pela fase de grupos da Libertadores do mesmo ano, com goleada equatoriana de 5 a 0 em Quito e vitória de 4 a 0 dos brasileiros no Rio de Janeiro. Porém, naquele momento, o Rubro-Negro era comandado por outro treinador que via ser trabalho ser contestado, o espanhol Domènec Torrent.
A expectativa agora não é tanto por uma vitória por goleada com futebol vistoso, mas é pela conquista de um título que garanta ao Rubro-Negro a paz necessária para seguir em frente na temporada que apenas se inicia.
Para isto, o técnico Vítor Pereira poupou os titulares na vitória de 2 a 0 sobre o Resende no último sábado (18) pela Taça Guanabara do Campeonato Carioca para lançar o que tem de melhor na decisão contra os equatorianos. E esse melhor incluiu o retorno de Everton Ribeiro ao onze inicial, após o meio-campista iniciar no banco diante do Volta Redonda.
Uma ausência certa é a de Gerson, que se recupera de dores no tornozelo direito. Com isso a equipe da Gávea deve entrar em campo com: Santos; Varela, Fabrício Bruno, David Luiz e Ayrton Lucas; Thiago Maia, Vidal, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Gabriel Barbosa e Pedro.
Se o Flamengo tem de lidar com a perda de títulos no início da temporada, o Del Vall chega à Recopa com pouco ritmo de jogo. Apesar de já ter medido forças com o San Lorenzo (Argentina) e o Deportivo Maldonado (Uruguai) em 2023, a sua única partida oficial foi a vitória de 3 a 0 sobre o Aucas na Supercopa do Equador.
Caso o técnico argentino Martín Anselmi decida repetir a equipe que venceu o Aucas, o Del Valle deve entrar em campo contra o Flamengo com: Moisés Ramirez; Fernández, Schunke, García Basso, Carabajal e Beder Caicedo; Pellerano, Faravelli, Alcívar e Sornoza; Lautaro Díaz.
Edição: Fábio Lisboa
Por Agência Brasil - Rio de Janeiro
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